{"id":5947,"date":"2021-09-03T12:00:08","date_gmt":"2021-09-03T15:00:08","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/?p=5947"},"modified":"2021-09-03T14:04:26","modified_gmt":"2021-09-03T17:04:26","slug":"mulher-gestora-da-familia-e-dos-negocios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/agro-mulheres\/mulher-gestora-da-familia-e-dos-negocios\/","title":{"rendered":"Mulher: gestora da fam\u00edlia e dos neg\u00f3cios"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Mulher de muitas faces, muitas vozes, muitos jeitos. Mulher de muitas tarefas, de muitas responsabilidades e de muita for\u00e7a. Mulher que \u00e9 gestora do tempo, da vida, da fam\u00edlia e dos neg\u00f3cios. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de mulheres que s\u00e3o inspira\u00e7\u00e3o de for\u00e7a e resili\u00eancia dentro do agro<\/strong><\/h2>\n<p>O sol nasce e ela j\u00e1 est\u00e1 na lida. J\u00e1 fez o caf\u00e9 da manh\u00e3, j\u00e1 organizou o material da escola das crian\u00e7as, j\u00e1 colocou a roupa na m\u00e1quina e deixou os ingredientes do almo\u00e7o no jeito. Correu para auxiliar na ordenha. Teve parto na fazenda e o cuidado com o rec\u00e9m-nascido \u00e9 uma das fun\u00e7\u00f5es dela. Colostrar, curar o umbigo e oferecer muito amor.<\/p>\n<p>Ufa! \u00c9 hora de acompanhar o plantio da lavoura e verificar se est\u00e1 tudo ok. Afinal, a semente no lugar do certo, do jeito certo \u00e9 a base para um bom come\u00e7o, e ela sabe bem disso. Ao chegar na sede, as tabelas de gest\u00e3o aguardam por ela, assim como as panelas do almo\u00e7o e a aula em EaD dos filhos. Nesse intervalo ela ainda precisa ir na cidade fazer as compras do mercado e pagar algumas contas. E acredite se quiser: ela consegue conciliar tudo e ainda dar aten\u00e7\u00e3o e amor para o marido e toda a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Essa hist\u00f3ria lhe parece familiar? Pode ser que sim. Afinal, detalhes dessa rotina narrada aqui s\u00e3o parte da realidade de milhares de mulheres do agro por esse Brasil afora, que conseguem, de forma surpreendente, conciliar todos os pap\u00e9is e ser gestora da fam\u00edlia e dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Trechos aqui narrados tamb\u00e9m s\u00e3o parte da hist\u00f3ria da Luci e da Guiomar que voc\u00eas v\u00e3o conhecer pelas linhas desse texto. Rotinas distintas, mas que apresentam algo em comum: a supera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de ser a for\u00e7a e a delicadeza indispens\u00e1veis para a fam\u00edlia e o neg\u00f3cio.<\/p>\n<h3><strong>Resili\u00eancia: substantivo feminino<\/strong><\/h3>\n<p>Ser m\u00e3e de 3 filhos, cuidar da casa, acompanhar a lavoura e ainda fazer salgados e quitandas para vender. Essa \u00e9 a vida de Luci Machado. Mulher de garra, esposa e vitoriosa. A luta contra o c\u00e2ncer descoberto em 2013 foi s\u00f3 mais um momento da vida em que Luci teve que buscar todas suas for\u00e7as, e com muita f\u00e9, fazer acontecer.<\/p>\n<p>Sua voz suave e alegre demonstra a energia de uma mulher que tem muito orgulho do seu caminho. O \u201cpedacinho de terra\u201d, como ela mesma define, foi o que permitiu formar os 3 filhos. A mais velha, formada em matem\u00e1tica; o filho do meio, administrador; e o ca\u00e7ula, engenheiro agr\u00f4nomo. Hoje, todos um tanto quanto distantes de casa, mas sempre juntos do cora\u00e7\u00e3o. E Luci se orgulha em dizer que puderam, com a for\u00e7a do trabalho, oferecer estudo aos 3 filhos e realizar seu maior sonho: ver todos eles formados.<\/p>\n<p>Hoje, as facilidades s\u00e3o in\u00fameras se comparadas a tempos atr\u00e1s. E \u00e9 isso que Luci nos relata. \u201cH\u00e1 43 anos, n\u00e3o tinha os defensivos agr\u00edcolas e tecnologias que temos hoje. E n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos condi\u00e7\u00f5es de comprar os produtos. A gente \u2018limpava\u2019 a soja com enxada e a ajuda de um cavalo e duas capinadeiras. Eu e meu marido, cada um dirigia uma capinadeira. Era muito sofrido, mas era muito bom. Era um desafio. Todo dia a gente pensava: hoje n\u00f3s vamos \u2018tirar\u2019 aquele peda\u00e7o. A gente lutava at\u00e9 chegar e limpar aquela parte, sabe? Era muito bom. As crian\u00e7as eram pequenas e ficavam em casa. A mais velha cuidava dos menores, mas era muito bom pois a gente era muito unido\u201d, comenta ela de forma saudosa.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da gest\u00e3o da casa e da fam\u00edlia, Luci sempre esteve presente na gest\u00e3o das atividades da fazenda, e sempre colocou a m\u00e3o na terra, literalmente, para tirar o sustento da fam\u00edlia. E essa participa\u00e7\u00e3o feminina no agro \u00e9 algo que Luci acredita ser muito importante para todas n\u00f3s. \u201cSempre gostei de participar das atividades da lavoura. Trabalh\u00e1vamos juntos, e eu sabia de tudo. Sempre gostei de saber quanto gastava e quanto sobrava. E eu acho isso muito importante. A mulher n\u00e3o pensar somente dentro de casa, mas no todo\u201d, ressalta Luci.<\/p>\n<p>E foi muito importante para Luci esse seu envolvimento com toda a atividade desde sempre. Foi esse conhecimento sobre a gest\u00e3o das contas e das atividades da fazenda que permitiu que, anos mais tarde, ela viesse a tomar frente dos neg\u00f3cios e continuar a plantar a lavoura, criar as vacas e os porcos, quando seu marido teve de sair para trabalhar a fim de aumentar a renda da fam\u00edlia para finalizar a forma\u00e7\u00e3o dos filhos.<\/p>\n<h3><strong>A mulher do agro e seus desafios<\/strong><\/h3>\n<p>Luci \u00e9 um exemplo de mulher que trabalha ativamente na fazenda e vive dividida entre diversas fun\u00e7\u00f5es. O cuidado com os filhos, com a casa, com a gest\u00e3o dos neg\u00f3cios, do tempo e da fam\u00edlia. Tudo se mistura em um per\u00edodo de 24 horas. \u00c9 preciso se desdobrar. E para Luci, o cuidado da mulher com os filhos e o dom que temos com o cuidar, o tratar e o criar, reflete no nosso cuidado com as lavouras e animais.<\/p>\n<p>O tempo passou, os filhos cresceram e o sonho de v\u00ea-los formados se realizou. Agora, Luci e o marido est\u00e3o mais tranquilos. \u00c9 como se sobrasse um pouco mais de tempo para fazer algo mais. E para Luci, esse algo mais \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de quitandas e salgados para venda. Seus dotes culin\u00e1rios tamb\u00e9m s\u00e3o motivo de alegria e, agora, de mais uma fonte de renda.<\/p>\n<p>E \u00e9 assim. Uma mulher, muitos dons, in\u00fameras fun\u00e7\u00f5es e uma certeza: de que faz o que ama e est\u00e1 onde deveria estar.<\/p>\n<p>Falar em desafio no agro \u00e9 falar de Guiomar Bevilaqua. Mulher, m\u00e3e, sogra e av\u00f3. Gestora da fam\u00edlia e dos neg\u00f3cios. Mulher de garra, Guiomar viu sua vida mudar drasticamente h\u00e1 pouco mais de 3 anos, quando chegou ao fim um casamento de 30 anos. Guiomar, com o apoio incondicional de sua m\u00e3e, decidiu se amar mais, buscar o melhor para ela e para a fam\u00edlia. A partir da\u00ed, Guiomar e o filho passaram a tomar conta dos neg\u00f3cios da fam\u00edlia e ela passou a ter um papel de maior destaque em todas as atividades das lavouras e dos animais.<\/p>\n<p>E quando falamos em desafios, sabemos bem que organizar a rotina dividida entre essas tantas atividades pode ser um dos maiores desafios femininos. E, de uma forma bem pr\u00e1tica, Guiomar descreve como organiza suas fun\u00e7\u00f5es. \u201c\u00c9 quest\u00e3o de prioridade. O que, no momento, \u00e9 mais urgente. Tem hora que a urg\u00eancia \u00e9 no plantio, e a gente pode deixar a casa pra limpar depois. A roupa a gente deixa dentro da m\u00e1quina porque n\u00e3o d\u00e1 tempo de estender, porque o maquin\u00e1rio quebrou e n\u00f3s temos que plantar, faltou adubo ou faltou semente. A gente vai por prioridade. O que \u00e9 mais importante naquele momento a gente faz. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Tem \u00e9poca que ficamos bem cansados e achamos que n\u00e3o vamos dar conta. Mas \u00e9 gratificante, quando chega no fim e tudo acaba dando certo\u201d, comemora ela.<\/p>\n<p>A mulher desempenha pap\u00e9is extraordin\u00e1rios dentro do agro. E para Guiomar, uma caracter\u00edstica feminina que \u00e9 diferencial \u00e9 a calma e a paci\u00eancia nas tomadas de decis\u00e3o. \u201cSe a gente est\u00e1 com um problema que a gente n\u00e3o consegue resolver no momento, a gente para, pensa, procura agir de outra maneira, at\u00e9 encontrar o ponto exato que contribua para que o problema seja resolvido sem estresse, sem nervosismo. O que sempre d\u00e1 certo se a gente tem paci\u00eancia e calma\u201d, comenta ela.<\/p>\n<h3><strong>Mensagem para elas: as mulheres do agro<\/strong><\/h3>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5948 alignleft\" src=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.28.59-225x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.28.59-225x300.jpeg 225w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.28.59-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.28.59.jpeg 774w\" sizes=\"(max-width: 187px) 100vw, 187px\" \/><\/p>\n<p>\u201cEu diria para as mulheres do agro que lutem, que participem, que estejam sempre participando junto com o marido. Eu digo assim: que as mulheres participem e fiquem a par de tudo que acontece no agro. Quando n\u00f3s mulheres participamos junto com nossos maridos e nossa fam\u00edlia, nas decis\u00f5es e em tudo mais, a gente se torna sujeito da hist\u00f3ria. \u00c9 isso a\u00ed. Participar para se tornar sujeito da hist\u00f3ria\u201d. (Luci Machado)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5949 alignleft\" src=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.29.00-225x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"253\" srcset=\"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.29.00-225x300.jpeg 225w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.29.00-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.29.00-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/WhatsApp-Image-2021-08-20-at-15.29.00.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 190px) 100vw, 190px\" \/><\/p>\n<p>\u201cAs mulheres n\u00e3o devem ter medo. Se n\u00e3o est\u00e1 bem no emprego, se n\u00e3o est\u00e1 bem no casamento, se n\u00e3o est\u00e1 bem a vida, ela n\u00e3o deve ter medo de mudar. Porque a pessoa merece ser feliz. Toda pessoa merece um recome\u00e7o. De repente, se tu n\u00e3o est\u00e1 bem no que tu t\u00e1, deve come\u00e7ar de novo, ter coragem para enfrentar. E ter uma fam\u00edlia que tu saibas respeitar, saiba valorizar. Porque a fam\u00edlia \u00e9 a base de tudo. As pessoas devem ter coragem. Tudo d\u00e1 certo se a pessoa tem f\u00e9, coragem, fam\u00edlia e Deus no cora\u00e7\u00e3o\u201d. (Guiomar Bevilaqua)<\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Saiba mais sobre a Roos<\/h3>\n<p>A Roos \u00e9 uma empresa\u00a0que atua fortemente no ramo de sementes. Com seu centro administrativo localizado na cidade de N\u00e3o-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.sementesroos.com.br\/\">\u00a0Roos<\/a>\u00a0desde 1963 vem colaborando com a agricultura brasileira. \u00c9 a maior produtora de sementes de trigo e soja do Rio Grande do Sul e est\u00e1 entre as maiores do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Com um pacote tecnol\u00f3gico sofisticado, as sementes chegam ao produtor, com garantia atrav\u00e9s de muita pesquisa e tecnologia para entregar ao produtor sementes de alto vigor, com adapta\u00e7\u00e3o ao solo e ao clima de cada regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Armazenagem e comercializa\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os tamb\u00e9m \u00e9 um forte da Roos, com 11 unidades de recebimento totaliza uma capacidade de armazenamento de 540 mil toneladas de sementes ou 9 milh\u00f5es de sacas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.sementesroos.com.br\/\">site<\/a>, voc\u00ea tamb\u00e9m pode acompanh\u00e1-los atrav\u00e9s das redes sociais:<\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/sementesroos\/\">Instagram<\/a><\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/SementesRoosBrasil\/\">Facebook<\/a><\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/sementesroos\/\">LinkedIn<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulher de muitas faces, muitas vozes, muitos jeitos. Mulher de muitas tarefas, de muitas responsabilidades e de muita for\u00e7a. Mulher que \u00e9 gestora do tempo, da vida, da fam\u00edlia e dos neg\u00f3cios. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de mulheres que s\u00e3o inspira\u00e7\u00e3o de for\u00e7a e resili\u00eancia dentro do agro O sol nasce e ela j\u00e1 est\u00e1 na<\/p>\n","protected":false},"author":8795,"featured_media":5952,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","itunes_episode_number":"","itunes_title":"","itunes_season_number":"","itunes_episode_type":"","footnotes":""},"categories":[9],"tags":[346,38,552,751,507,1067],"class_list":{"0":"post-5947","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-agro-mulheres","8":"tag-agricultura","9":"tag-agromulher","10":"tag-do-agro","11":"tag-gestoras","12":"tag-mulheres-do-agro","13":"tag-roos"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5947"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8795"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5947"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5947\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5952"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5947"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5947"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}