{"id":5299,"date":"2020-07-31T12:00:18","date_gmt":"2020-07-31T15:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/?p=5299"},"modified":"2020-09-15T09:56:08","modified_gmt":"2020-09-15T12:56:08","slug":"agro-mulheres-na-sucessao-familiar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/agro-mulheres\/agro-mulheres-na-sucessao-familiar\/","title":{"rendered":"Agro: mulheres na sucess\u00e3o familiar"},"content":{"rendered":"<h2><strong>A sucess\u00e3o familiar no agro continua sendo um grande desafio para o desenvolvimento das atividades rurais e continua\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o por membros da pr\u00f3pria fam\u00edlia. Mas as mulheres t\u00eam conquistado um espa\u00e7o importante no que diz respeito a assumir os neg\u00f3cios da fam\u00edlia<\/strong><\/h2>\n<p>Texto: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro &#8211; Jornalista e Redatora do Portal Agromulher<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite da Fazenda Santa B\u00e1rbara, no interior do estado de Goi\u00e1s, tem ganhado impulso por meio da inova\u00e7\u00e3o. O mesmo acontece com a casa agropecu\u00e1ria localizada em um povoado do mesmo munic\u00edpio. E tamb\u00e9m na propriedade de gado de corte localizada no munic\u00edpio de Silv\u00e2nia, n\u00e3o muito longe dali. Sabe o que esses tr\u00eas neg\u00f3cios t\u00eam em comum: mulheres que est\u00e3o na linha de frente, executando na pr\u00e1tica a <strong>sucess\u00e3o familiar<\/strong>.<\/p>\n<p>Isabela, Kamylla e Marcela s\u00e3o tr\u00eas jovens mulheres que, assim como muitas outras espalhadas pelo Brasil, escolheram seguir os passos de seus pais e seus av\u00f3s dentro do agro.<\/p>\n<p>Isabela, t\u00e9cnica em agropecu\u00e1ria e estudante de Zootecnia encontra na forma\u00e7\u00e3o profissional o respaldo e a capacita\u00e7\u00e3o que precisa para tornar a atividade leiteira, que sempre foi a fonte de renda da fam\u00edlia, mais rent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Kamylla, t\u00e9cnica em agropecu\u00e1ria e estudante de Medicina Veterin\u00e1ria, sempre quis seguir a profiss\u00e3o do pai e despertou um grande interesse pela parte comercial quando come\u00e7ou a conhecer a realidade dos produtores que s\u00e3o clientes de sua fam\u00edlia na loja agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>J\u00e1 Marcela, sentiu que a experi\u00eancia de seu pai somada com os conhecimentos t\u00e9cnicos dela tinham tudo para gerar resultados satisfat\u00f3rios na fazenda da fam\u00edlia que trabalha com pecu\u00e1ria, mais precisamente, com a fase de cria.<\/p>\n<p>Essas mulheres s\u00e3o um retrato de uma realidade que at\u00e9 pouco tempo n\u00e3o era comum de ser vista no agro. Mas o cen\u00e1rio tem mudado. Cada vez mais mulheres t\u00eam conquistado confian\u00e7a de seus pais para gerenciar seus neg\u00f3cios. Com muita for\u00e7a e resili\u00eancia, as mulheres t\u00eam mostrado sua capacita\u00e7\u00e3o, seu potencial e suas habilidades, demonstrando seguran\u00e7a para que seus pais tamb\u00e9m fiquem seguros em deixar os neg\u00f3cios tamb\u00e9m sob a responsabilidade de suas filhas. E essa <a href=\"https:\/\/elevagro.com\/materiais-didaticos\/sucessao-familiar-no-agro-quanto-a-realidade-bate-a-porta\/\">sucess\u00e3o familiar no agro<\/a> envolve mais que a continuidade das propriedades, envolve o destino de v\u00e1rias regi\u00f5es, devido ao forte papel social e cultural que o desempenho agropecu\u00e1rio exerce na economia de muitas regi\u00f5es.<\/p>\n<h3><strong>Sucess\u00e3o familiar em n\u00fameros<\/strong><\/h3>\n<p>A fundadora e CEO da Rede Agromulher, Vanessa Sabioni, destaca que \u201ccom independ\u00eancia financeira, forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, vis\u00e3o ampla do neg\u00f3cio, somadas a sensibilidade para lidar com os problemas de diverg\u00eancias familiares, as mulheres est\u00e3o conquistando cada vez mais espa\u00e7o e respeito dentro do agroneg\u00f3cio brasileiro\u201d. Vanessa ainda destaca que \u201csegundo o <a href=\"https:\/\/especiais.estadao.com.br\/canal-agro\/negocios-rurais\/mulheres-em-evidencia-no-agronegocio\/\">IBGE<\/a>, nos \u00faltimos anos muitas mulheres assumiram posi\u00e7\u00f5es de sucessoras como herdeiras dirigentes. O n\u00famero de mulheres que lideram propriedades\u00a0rurais no pa\u00eds cresceu de<strong>\u00a012%<\/strong>\u00a0em 2006 para\u00a0<strong>18% <\/strong><strong>em 2019. E essa<\/strong><strong> participa\u00e7\u00e3o feminina<\/strong>\u00a0\u00e9 ainda maior, chegando a 34%\u00a0quando somadas as mulheres que administram\u00a0o estabelecimento agropecu\u00e1rio junto\u00a0com o companheiro\u201d.<\/p>\n<p>A CEO da Agromulher destaca que muitas vezes, a atividade da fam\u00edlia n\u00e3o \u00e9 o sonho do filho, mas pode ser o da filha. \u201cE foi desta forma que as mulheres come\u00e7aram a ganhar for\u00e7a, se qualificar e se preparar para assumir esses cargos de gest\u00e3o. O estudo tamb\u00e9m mostrou que muitas das mulheres que hoje est\u00e3o em cargos dirigentes ingressaram para ajudar a fam\u00edlia em algum momento de crise\u201d, comenta.<\/p>\n<h3><strong>Muitos s\u00e3o os desafios<\/strong><\/h3>\n<p>Muitos s\u00e3o os casos de produtores que trabalham no agro durante toda a vida, constroem um patrim\u00f4nio e n\u00e3o encontram disposi\u00e7\u00e3o dos filhos e\/ou filhas para manterem a atividade. Definitivamente, a sucess\u00e3o familiar \u00e9 cheia de desafios. Desde o conflito de gera\u00e7\u00f5es e interesses at\u00e9 a resist\u00eancia dos pais ou a falta de preparo ou de interesse dos filhos, as dificuldades da sucess\u00e3o preenchem uma longa lista. Mas uma palavra pode colaborar para que a fam\u00edlia consiga driblar a maioria desses problemas: <strong>PLANEJAMENTO<\/strong>.<\/p>\n<p>Para que as filhas ou os filhos possam dar sequ\u00eancia na atividade, \u00e9 preciso antes de tudo, que haja <a href=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/como-um-software-de-gestao-facilita-a-sucessao-familiar-no-agronegocio\/#:~:text=A%20sucess%C3%A3o%20familiar%20%C3%A9%20o,de%20uma%20gera%C3%A7%C3%A3o%20para%20outra.\">planejamento<\/a>. \u00c9 necess\u00e1rio fazer um levantamento da atividade, entender os pontos fortes e as dificuldades, tra\u00e7ar metas, designar responsabilidades dentro da pr\u00f3pria fam\u00edlia e definir estrat\u00e9gias. A partir da\u00ed, a capacita\u00e7\u00e3o constante, o di\u00e1logo e a troca de ideias ser\u00e3o os principais aliados para que a sucess\u00e3o seja uma boa escolha e a atividade possa ser levada adiante.<\/p>\n<p>\u00c9 muito comum que os jovens que est\u00e3o sendo preparados e inseridos nos neg\u00f3cios da fam\u00edlia queiram implementar novas ideias, tra\u00e7ar novas estrat\u00e9gias imediatas, investir em novas tecnologias e mudar tudo drasticamente, mas o caminho deve ser um pouco mais cauteloso. Foi o que aconteceu com Marcela Dutra Fernandes e seu pai. \u201cNo come\u00e7o a ideia de novas tecnologias assustou meu pai e eu percebi que eu tinha que ter calma, afinal, foram anos tocando o neg\u00f3cio sozinho e, de repente, chega algu\u00e9m querendo mudar tudo? Percebi que esse n\u00e3o era o caminho. O di\u00e1logo \u00e9 fundamental e mostrar resultados \u00e9 \u2018chave do neg\u00f3cio\u2019\u201d, relata ela.<\/p>\n<p>A sucess\u00e3o acontece, ent\u00e3o, a medida que o gestor acompanha e se adapta \u00e0s mudan\u00e7as e modifica a <a href=\"https:\/\/blogs.canalrural.com.br\/agroinspiradoras\/2019\/10\/28\/veja-como-enfrentar-o-desafio-da-sucessao-familiar-na-propriedade-rural\/\">tomada de decis\u00e3o<\/a> de unilateral para consensual. O consenso entre as partes envolvidas deve ser o ponto de partida para as decis\u00f5es que envolver\u00e3o o neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Dessa forma, vale destacar que a sucess\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o deve ser vista como algo que determina que para uma gera\u00e7\u00e3o tomar conta do neg\u00f3cio, a outra deve sair. A sucess\u00e3o familiar deve ser um verdadeiro <a href=\"https:\/\/opresenterural.com.br\/dicas-para-sucessao-familiar-no-agro\/\">trabalho em equipe<\/a> onde cada um contribui com aquilo que sabe, que possui ou que pensa. Assim, todos saem ganhando.<\/p>\n<p>Marcela, a irm\u00e3 do meio de uma fam\u00edlia de 3 irm\u00e3os, tem em mente a necessidade desse trabalho em equipe. Ela e sua irm\u00e3 seguem juntas o prop\u00f3sito da sucess\u00e3o em \u00e1reas distintas da produ\u00e7\u00e3o rural. Marcela relata que sempre foi incentivada \u00e0 trabalhar para a fam\u00edlia, dentro da atividade pecu\u00e1ria. Mas, como em tantas outras propriedades que vivem a sucess\u00e3o familiar, muitos s\u00e3o os desafios.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 quem vive a sucess\u00e3o familiar sabe dos desafios que enfrentamos, mas a vontade de fazer acontecer e dar certo \u00e9 maior do que qualquer dificuldade. Trabalhamos com pecu\u00e1ria de cria e estamos no primeiro per\u00edodo de nascimentos de bezerros ap\u00f3s o in\u00edcio da minha participa\u00e7\u00e3o nos trabalhos na fazenda e n\u00e3o consigo encontrar palavras para demonstrar a minha felicidade de estar colhendo resultados aqui, na terra da minha vov\u00f3, no meu lugar do mundo\u201d, conta orgulhosa.<\/p>\n<h3><strong>Motiva\u00e7\u00e3o extra para permanecer no agro<\/strong><\/h3>\n<p>Uma das grandes contribui\u00e7\u00f5es da nova gera\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de ser mais conectada e dominar tecnologias, softwares e aplicativos. As filhas dos produtores, que s\u00e3o amplamente conectadas, podem contribuir muito para o aumento da produtividade, aplicando essa tecnologia aos manejos j\u00e1 executados pelos pais experientes. As mulheres sucessoras podem ainda contribuir com diferenciais competitivos alinhando os manejos de produ\u00e7\u00e3o de forma a buscar um produto com valor agregado, com a aplica\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas sustent\u00e1veis e evolu\u00e7\u00e3o da propriedade e da atividade em diversos aspectos.<\/p>\n<p>\u00c9 o que aponta Kamylla Moreira Ribeiro, jovem sucessora da loja agropecu\u00e1ria da fam\u00edlia.<\/p>\n<blockquote>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cA import\u00e2ncia do jovem no campo vem pela oportunidade de gerar um conte\u00fado novo, com novos resultados e novas t\u00e9cnicas. Renovar a m\u00e3o de obra e oferecer uma maneira mais eficiente de produzir. Acredito que a forma que mais contribu\u00edmos com os neg\u00f3cios dos nossos pais \u00e9 oferecendo a eles a tecnologia para aumentar sua produtividade e o lucro da atividade\u201d, pontua Kamylla.<\/strong><\/h6>\n<\/blockquote>\n<p>Para Isabela Fernandes Corr\u00eaa, os jovens que representam a nova gera\u00e7\u00e3o do agro tem potencial de apresentar ideias novas e influenciar positivamente nas tomadas decis\u00e3o da propriedade. Al\u00e9m disso, o jovem, com uma vis\u00e3o do todo, pode realizar a gest\u00e3o da propriedade e, por meio disso, analisar os pontos fortes e aqueles que devem ser melhorados dentro da fazenda. E foi justamente quando analisou esse cen\u00e1rio que Isabela entendeu seu papel na propriedade da fam\u00edlia.<\/p>\n<blockquote>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cO motivo do meu interesse em auxiliar nas atividades, foi perceber que a minha opini\u00e3o faz a diferen\u00e7a nas decis\u00f5es tomadas na propriedade, foi perceber que o meu conhecimento auxilia de forma positiva\u201d, relata Isabela.<\/strong><\/h6>\n<\/blockquote>\n<h3><strong>A presen\u00e7a feminina como um diferencial<\/strong><\/h3>\n<p>Al\u00e9m do cuidado e zelo pelos detalhes, a mulher tamb\u00e9m incentiva outras mulheres quando toma posse do seu espa\u00e7o. A estudante de medicina veterin\u00e1ria, Marcela Dutra, enxerga de forma positiva esse empoderamento e interesse feminino pela sucess\u00e3o no agro, inclusive em sua pr\u00f3pria turma na faculdade de medicina veterin\u00e1ria, onde h\u00e1 mais mulheres do que homens, e muitas delas interessadas pela \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o animal e pelo neg\u00f3cio da fam\u00edlia. \u201cVejo que a cada exemplo de sucesso da mulher na pecu\u00e1ria, influenciamos as demais a terem coragem e seguir em frente\u201d, analisa Marcela.<\/p>\n<p>Da mesma forma, Kamylla Moreira destaca o quanto as agro mulheres t\u00eam ganhado for\u00e7a nos \u00faltimos tempos, com previs\u00e3o de ocupar cada vez mais espa\u00e7o. \u201cNo geral, enxergo que no ano de 2020 os movimentos femininos dentro do agro ganharam mais for\u00e7a, as mulheres receberam mais apoio e incentivo, a divulga\u00e7\u00e3o dos bons trabalhos realizados por mulheres dentro do agroneg\u00f3cio despertou a necessidade e vontade das mulheres de participar dos neg\u00f3cios, e tamb\u00e9m desperta a confian\u00e7a das demais pessoas sobre nosso trabalho\u201d, declara a jovem sucessora.<\/p>\n<h3><strong>Desafios e oportunidades para a sucessora<\/strong><\/h3>\n<p>As mulheres enfrentam muitos desafios no mercado de trabalho que tamb\u00e9m s\u00e3o comuns dentro da rela\u00e7\u00e3o familiar ou at\u00e9 mesmo com os colaboradores e demais integrantes da equipe da empresa rural que essa mulher ajudar\u00e1 a conduzir como sucessora do neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Marcela, que h\u00e1 dois anos come\u00e7ou a ajudar seu pai a cuidar dos neg\u00f3cios da fam\u00edlia, destaca que o fato de os colaboradores n\u00e3o estarem acostumados com uma figura feminina na lideran\u00e7a, pode ser enxergado por muitas como um problema, mas ela v\u00ea como uma oportunidade. \u201cVejo isso como oportunidade para mostrar a for\u00e7a do nosso trabalho. Acredito muito que n\u00f3s temos que fazer o que deve ser feito, da melhor maneira poss\u00edvel, n\u00e3o deixando brechas para qualquer tipo de preconceito. E assim temos a oportunidade de mostrar o nosso potencial. Somos diferenciadas na gest\u00e3o, na estrat\u00e9gia, na inova\u00e7\u00e3o \u2013 tudo que precisamos para nos destacar na atividade pecu\u00e1ria\u201d, salienta.<\/p>\n<p>Marcela ainda conta sua experi\u00eancia no in\u00edcio de sua inser\u00e7\u00e3o no processo de sucess\u00e3o. \u201cN\u00e3o foi f\u00e1cil. Eu tinha a solu\u00e7\u00e3o para \u201ctudo\u201d mas tive que ter paci\u00eancia e ir na velocidade do meu pai e isso me deixou angustiada e decepcionada. Mas mostrar resultados \u00e9 a chave do neg\u00f3cio e, aos poucos, fui conseguindo conquistar a confian\u00e7a e ter liberdade de tomar decis\u00f5es sozinha\u201d, comemora.<\/p>\n<blockquote>\n<h6 style=\"text-align: center;\"><strong>\u201cAs mulheres s\u00e3o atenciosas e multifuncionais por natureza e estamos cada vez mais entusiasmadas em cuidar do neg\u00f3cio da fam\u00edlia. N\u00e3o estamos querendo tomar o lugar dos homens mas somar na gest\u00e3o, no planejamento e execu\u00e7\u00e3o\u201d, finaliza Marcela.<\/strong><\/h6>\n<\/blockquote>\n<p>Para Isabela Fernandes, o principal desafio no cen\u00e1rio da sucess\u00e3o ainda \u00e9 o pr\u00e9-conceito criado por outros produtores e at\u00e9 mesmo por representantes de empresas que n\u00e3o acreditam que a mulher tenha potencial de gerenciar uma propriedade assim como um homem, dificultando at\u00e9 mesmo negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essa vis\u00e3o que Isabela tem \u00e9 compartilhada tamb\u00e9m por Kamylla e tantas outras mulheres que est\u00e3o ingressando nos neg\u00f3cios da fam\u00edlia. \u201cTenho encontrado um mercado ainda um pouco fechado em rela\u00e7\u00e3o a atua\u00e7\u00e3o de mulheres. Ganhar espa\u00e7o e mostrar um trabalho eficiente \u00e9 o maior desafio. Espero, como mulher no agro, que nosso trabalho seja cada vez mais valorizado e que atuemos com cada vez mais for\u00e7a, mostrando bons resultados\u201d, comenta Kamylla.<\/p>\n<p>E dessa forma, mesmo com todos os desafios, as mulheres v\u00e3o tamb\u00e9m ocupando seu espa\u00e7o como filhas, gerentes, gestoras e empreendedoras dos neg\u00f3cios da fam\u00edlia. Assim como Isabela, Kamylla e Marcela, muitas outras mulheres lutam diariamente para conquistar seu espa\u00e7o no agro. E a cada dia mostram como podem fazer a diferen\u00e7a, onde quer que estejam.<\/p>\n<p>Quer assistir o nosso v\u00eddeo que apresenta essa presen\u00e7a feminina como sucessoras no agro? <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZuKA3I4Ojw0\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a> ou acesse as redes sociais do Agromulher e veja todo esse conte\u00fado. Afinal, as mulheres tamb\u00e9m est\u00e3o na sucess\u00e3o familiar no agro.<\/p>\n<p>Este conte\u00fado integra a s\u00e9rie<strong>\u00a0Agro 360\u00ba<\/strong>, que \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>Agromulher<\/strong>, promovida pela\u00a0<strong>Ram do Brasil<\/strong>. Fique ligado (a) nas redes sociais da Agromulher para n\u00e3o perder nenhum epis\u00f3dio!<\/p>\n<p>Instagram \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/instagram.com\/agromulher?igshid=1dmfmtcc9x72h\">@agromulher<\/a><\/p>\n<p>Linkedin \u2013 Agromulher<\/p>\n<p>Facebook \u2013 Agromulher<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A sucess\u00e3o familiar no agro continua sendo um grande desafio para o desenvolvimento das atividades rurais e continua\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o por membros da pr\u00f3pria fam\u00edlia. Mas as mulheres t\u00eam conquistado um espa\u00e7o importante no que diz respeito a assumir os neg\u00f3cios da fam\u00edlia Texto: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro &#8211; Jornalista e Redatora do Portal Agromulher A<\/p>\n","protected":false},"author":8795,"featured_media":5304,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","itunes_episode_number":"","itunes_title":"","itunes_season_number":"","itunes_episode_type":"","footnotes":""},"categories":[9],"tags":[38,552,723,364,1107,57],"class_list":{"0":"post-5299","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-agro-mulheres","8":"tag-agromulher","9":"tag-do-agro","10":"tag-do-campo","11":"tag-mulheres","12":"tag-ram","13":"tag-sucessao-familiar"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5299"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8795"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5299"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5299\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5304"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5299"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5299"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5299"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}