{"id":4991,"date":"2020-06-01T12:00:04","date_gmt":"2020-06-01T15:00:04","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/?p=4991"},"modified":"2020-06-01T11:52:21","modified_gmt":"2020-06-01T14:52:21","slug":"voce-ja-ouviu-falar-sobre-o-leite-a2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/universo-agro\/voce-ja-ouviu-falar-sobre-o-leite-a2\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar sobre o leite A2?"},"content":{"rendered":"<h2>O leite A2 \u00e9 produzido por vacas que possuem essa caracter\u00edstica em seu gen\u00f3tipo e \u00e9 estudado como alternativa para uso de alguns pacientes com alergia \u00e0 prote\u00edna do leite, a partir de prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica do alergista, sendo ent\u00e3o um nicho de mercado para produtores de leite<\/h2>\n<p>No dia mundial do leite, comemorado hoje, vamos falar sobre uma categoria que tem ganhado espa\u00e7o no mercado: o leite A2! Um tipo de leite que tem sido recomendado por m\u00e9dicos a algumas pessoas portadoras de alergia a prote\u00edna do leite de vaca (ALPV) que, vale ressaltar, \u00e9 um problema diferente da intoler\u00e2ncia a lactose.<\/p>\n<p>Voc\u00ea sabia que intoler\u00e2ncia a lactose e ALPV s\u00e3o dois problemas diferentes? \u00c9 preciso esclarecer alguns conceitos antes de entender o nicho de mercado promissor que se estabelece dentro desse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Outras perguntas podem surgir dentro desse contexto. Qualquer vaca produz leite A2? Como saber qual vaca produz esse tipo de leite? O produtor pode fazer uma sele\u00e7\u00e3o dos animais e explorar esse nicho de mercado?<\/p>\n<p>Vem com a gente, que a gente te explica. Primeiramente, vamos entender alguns conceitos importantes para falar sobre leite A2.<\/p>\n<h3><strong>Intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose X Alergia \u00e0 prote\u00edna do leite<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar de ambas serem causadas pelo <a href=\"http:\/\/www.bebamaisleite.com.br\/noticia\/voce-sabe-a-diferenca-entre-intolerancia-a-lactose-e-alergia-as-proteinas-do-leite\">consumo de leite<\/a>, a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose e a alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca (APLV) possuem caracter\u00edsticas, sintomas e tratamentos diferentes.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/alergiaaoleitedevaca.com.br\/guia-aplv\/aplv-ou-intolerancia-a-lactose-pagina\">alergia<\/a> \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico \u00e0s prote\u00ednas presentes no leite de vaca e em seus derivados, como manteiga, queijo, requeij\u00e3o e iogurte. Na maior parte das vezes, a alergia \u00e9 causada pela \u03b2-lactoglobulina, pela \u03b1-lactalbumina e pela <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">case\u00edna<\/a>, que \u00e9 a principal.\u00a0Entretanto, a maioria das pessoas que t\u00eam APLV s\u00e3o al\u00e9rgicas a mais de uma prote\u00edna.<\/p>\n<p>J\u00e1 a intoler\u00e2ncia \u00e9 decorrente da dificuldade do organismo em digerir a lactose, a\u00e7\u00facar do leite, devido \u00e0 defici\u00eancia ou aus\u00eancia de lactase, que \u00e9 uma enzima produzida pelas c\u00e9lulas intestinais que consegue quebrar a lactose em glicose e galactose.<\/p>\n<p>Enquanto a intoler\u00e2ncia pode surgir a qualquer momento, inclusive na vida adulta, a alergia (APLV) ocorre, geralmente, em beb\u00eas e crian\u00e7as menores de tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Tanto a intoler\u00e2ncia quanto a APLV devem ser diagnosticadas por meio de testes laboratoriais, solicitados pelo m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Apesar do nome indicar que a prote\u00edna que gera a alergia \u00e9 de leite de vaca, o <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">leite de outros mam\u00edferos<\/a>, como cabras e ovelhas, s\u00e3o t\u00e3o antig\u00eanicos quanto o de vaca. Estudos mostram que 90% das crian\u00e7as al\u00e9rgicas \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca tamb\u00e9m apresentam rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica aos leites de cabra e ovelha, n\u00e3o havendo nenhuma vantagem em seu uso como preventivo de <a href=\"http:\/\/alergiaaoleitedevaca.com.br\/guia-aplv\/aplv-ou-intolerancia-a-lactose-pagina\">APLV<\/a>.<\/p>\n<h3><strong>Conhecendo as prote\u00ednas do leite<\/strong><\/h3>\n<p>Para entender como o organismo responde a essas prote\u00ednas, precisamos conhecer a composi\u00e7\u00e3o desse produto. O <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">leite de vaca<\/a> cont\u00e9m entre 3% a 3,5% de prote\u00edna. Essa composi\u00e7\u00e3o depende, principalmente, da ra\u00e7a e da dieta dos animais. De forma geral, a prote\u00edna do leite \u00e9 dividida em duas fra\u00e7\u00f5es, <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">a case\u00edna<\/a>, que representa, em m\u00e9dia, 80% da prote\u00edna do leite, e as prote\u00ednas do soro, que comp\u00f5em os outros 20%.<\/p>\n<p>A case\u00edna inclui todos os nove amino\u00e1cidos essenciais, fornecendo um importante substrato para o crescimento e o desenvolvimento de crian\u00e7as e jovens.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">\u03b2-case\u00edna<\/a> comp\u00f5e, aproximadamente, 30% da prote\u00edna total do leite de vaca, e os tipos mais comuns encontrados nos bovinos s\u00e3o A1 e A2.\u00a0E \u00e9 essa presen\u00e7a ou aus\u00eancia desse tipo de \u03b2-case\u00edna que est\u00e1 diretamente ligada a maioria dos casos de APLV.<\/p>\n<h3><strong>Mas, afinal, o que \u00e9 o leite A2?<\/strong><\/h3>\n<p>O leite A2 \u00e9, ent\u00e3o, aquele que possui apenas a <strong>\u03b2<\/strong><strong>-case<\/strong><strong>\u00ed<\/strong><strong>na A2<\/strong>. Embora os alergistas afirmem que o leite A2 n\u00e3o seja indicado para todos os casos, ele pode ser ben\u00e9ficos para muitas pessoas, uma vez que a beta-case\u00edna \u00e9 a principal causadora da APLV. Os pesquisadores da <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/29569359\/melhoramento-genetico-de-bovinos-permite-a-producao-de-leite-menos-alergenico\">Embrapa<\/a> dizem haver evid\u00eancias cient\u00edficas de que a beta-case\u00edna do leite A2 n\u00e3o causa rea\u00e7\u00f5es em pessoas que possuem alergia a essa prote\u00edna espec\u00edfica.<\/p>\n<p>Tendo em vista essa esperan\u00e7a para aquela fra\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o pode ingerir leite por conta da APLV a \u03b2-case\u00edna A1, e buscando esse <strong>nicho de mercado<\/strong>, o setor l\u00e1cteo trabalha no <strong>melhoramento gen\u00e9tico<\/strong> em busca de animais que produzam exclusivamente a \u03b2-case\u00edna A2.<\/p>\n<h3><strong>Mas qual a diferen\u00e7a entre <\/strong><strong>\u03b2<\/strong><strong>-case<\/strong><strong>\u00ed<\/strong><strong>na A1 e <\/strong><strong>\u03b2<\/strong><strong>-case<\/strong><strong>\u00ed<\/strong><strong>na A2<\/strong>?<\/h3>\n<p>Naturalmente, as f\u00eameas de v\u00e1rias esp\u00e9cies, incluindo humanas, produzem apenas a \u03b2-case\u00edna A2. Mas, a partir de uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que ocorreu h\u00e1 aproximadamente 10 mil anos, algumas <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">vacas<\/a> passaram a produzir a \u03b2-case\u00edna A1. Por esse motivo, a \u03b2-case\u00edna A2 \u00e9 chamada de case\u00edna \u201cnatural\u201d.<\/p>\n<p>Essa pequena mudan\u00e7a pode parecer inofensiva, mas \u00e9 suficiente para alterar a digest\u00e3o da mol\u00e9cula e levar a outras consequ\u00eancias. Resumidamente, durante o processo de digest\u00e3o da mol\u00e9cula \u03b2 -case\u00edna A1 (do leite comum de vaca), \u00e9\u00a0formada a subst\u00e2ncia chamada beta-casomorfina-7 (BCM-7), respons\u00e1vel por desencadear o processo al\u00e9rgico.<\/p>\n<p>O leite A2 pode evitar esses transtornos, pois, quando digerido pelo ser humano, n\u00e3o forma a BCM-7.<\/p>\n<p>Outro ponto que merece muita aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que o leite A2 s\u00f3 pode ser consumido por crian\u00e7as com APLV se estas forem al\u00e9rgicas <strong>\u00fanica e exclusivamente<\/strong> \u00e0 \u03b2-case\u00edna A1. Por isso, <strong>\u00e9 preciso recomenda\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico alergista<\/strong>. Vale lembrar que a maior parte das alergias \u00e9 mista, ou seja, envolve mais de um tipo de prote\u00edna, sendo que nesses casos, o leite n\u00e3o deve ser recomendado.<\/p>\n<p><strong>Aten\u00e7\u00e3o!<\/strong><\/p>\n<p>O leite A2 destina-se a pessoas que <strong>n\u00e3o<\/strong> t\u00eam intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, mas que se sentem mal ap\u00f3s o consumo de leite e derivados. Este produto N\u00c3O se destina a crian\u00e7as com alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca (APLV), salvo sob recomenda\u00e7\u00e3o de m\u00e9dico alergista.<\/p>\n<h3><strong>Qualquer vaca pode produzir o leite A2?<\/strong><\/h3>\n<p>Nem todas as vacas produzem os dois tipos de case\u00edna. Na verdade, existem tr\u00eas possibilidades: o animal que produza apenas a \u03b2-case\u00edna A1 (possui gen\u00f3tipo A1A1); vacas que produzam os dois tipos, tanto A1 quanto A2 (possuem o gen\u00f3tipo A1A2) e vacas que produzam, exclusivamente, leite A2 (possuem o gen\u00f3tipo A2A2).<\/p>\n<p>O tipo de \u03b2-case\u00edna produzido \u00e9 totalmente <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">dependente da gen\u00e9tica<\/a> de cada e os mesmos genes tamb\u00e9m podem estar presentes nos touros reprodutores.<\/p>\n<p>Essa caracter\u00edstica \u00e9 mais comum nas <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/29569359\/melhoramento-genetico-de-bovinos-permite-a-producao-de-leite-menos-alergenico\">ra\u00e7as<\/a> de origem europeia (subesp\u00e9cie taurus). As ra\u00e7as Holandesa e Pardo-su\u00ed\u00e7a possuem 50% de chances de produzirem leite A2. Na ra\u00e7a Jersey esse \u00edndice \u00e9 maior: 75%.<\/p>\n<p>Da subesp\u00e9cie taurus, apenas a ra\u00e7a Guernsey, pouco comum no Brasil, possui 100% dos seus indiv\u00edduos capazes de produzir leite A2. J\u00e1 nas ra\u00e7as zebu\u00ednas (subesp\u00e9cie indicus), de grande predomin\u00e2ncia na pecu\u00e1ria nacional, que inclui o gir leiteiro, 98% dos indiv\u00edduos t\u00eam gen\u00e9tica positiva para a produ\u00e7\u00e3o de leite A2.<\/p>\n<p>As vacas do rebanho devem ser genotipadas, ou seja, \u00e9 preciso identificar no material gen\u00e9tico do indiv\u00edduo se o animal \u00e9 homozigoto (possui os dois alelos) para a produ\u00e7\u00e3o de leite A2. Para os programas de melhoramento gen\u00e9tico, o ideal \u00e9 que sejam selecionadas as vacas A2A2, que inseminadas por um touro A2A2 ter\u00e3o 100% das filhas com os alelos A2A2.<\/p>\n<p>O <a href=\"http:\/\/www.revistaleiteintegral.com.br\/noticia\/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-leite-a2\">teste de genotipagem<\/a>, feito em uma amostra de material biol\u00f3gico (sangue ou fol\u00edculo piloso), \u00e9 a forma mais eficiente de determinar o gen\u00f3tipo para \u03b2-case\u00edna do animal. No laborat\u00f3rio, o DNA \u00e9 extra\u00eddo, e o marcador gen\u00e9tico para essa caracter\u00edstica \u00e9 pesquisado. O resultado desse teste pode ser um dos tr\u00eas poss\u00edveis gen\u00f3tipos: A1A1, A1A2 ou A2A2. Apenas animais A2A2 produzem exclusivamente \u03b2-case\u00edna A2.<\/p>\n<h3><strong>O mercado<\/strong><\/h3>\n<p>A <a href=\"embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/29569359\/melhoramento-genetico-de-bovinos-permite-a-producao-de-leite-menos-alergenico\">Nova Zel\u00e2ndia<\/a>, maior exportadora mundial de leite em p\u00f3, produz leite A2 desde 2003. O pa\u00eds registrou comercialmente o nome A2 Milk e certifica latic\u00ednios e fazendas que produzem exclusivamente o leite A2.<\/p>\n<p>Outro grande exportador, a <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/29569359\/melhoramento-genetico-de-bovinos-permite-a-producao-de-leite-menos-alergenico\">Austr\u00e1lia<\/a>, tamb\u00e9m j\u00e1 ingressou nesse mercado. O curioso \u00e9 que o produto deixou de ser uma exclusividade de pessoas al\u00e9rgicas \u00e0 prote\u00edna do leite e est\u00e1 conquistando o grande p\u00fablico. Na Oceania \u00e9 poss\u00edvel comprar leite e derivados l\u00e1cteos em diversas lojas e caf\u00e9s. O produto tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 visto nas g\u00f4ndolas de supermercados da Inglaterra e dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>No <a href=\"https:\/\/www.cnabrasil.org.br\/noticias\/cna-e-beba-mais-leite-lancam-protocolo-do-a2a2\">Brasil<\/a>, a marca Letti A2, da Fazenda Agrindus, localizada no munic\u00edpio de Descalvado, em S\u00e3o Paulo, foi a primeira a receber a certifica\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite com Vacas A2A2 e j\u00e1 comercializa os derivados l\u00e1cteos com esse diferencial.<\/p>\n<p>Muitas outras empresas devem entrar nesse nicho de mercado no Brasil e a tend\u00eancia \u00e9 de crescimento do mercado de leite A2.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o se esque\u00e7a: se voc\u00ea tem ou conhece pessoas que tenham alergia a prote\u00edna do leite, <strong>N\u00c3O<\/strong> recomende o uso de leite A2 sem prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Converse com seu m\u00e9dico e\/ou nutricionista.<\/p>\n<p>Foto: <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/photos\/vidro-leite-branco-leite-de-vaca-1379822\/\">Pixabay<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O leite A2 \u00e9 produzido por vacas que possuem essa caracter\u00edstica em seu gen\u00f3tipo e \u00e9 estudado como alternativa para uso de alguns pacientes com alergia \u00e0 prote\u00edna do leite, a partir de prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica do alergista, sendo ent\u00e3o um nicho de mercado para produtores de leite No dia mundial do leite, comemorado hoje, vamos<\/p>\n","protected":false},"author":3825,"featured_media":5110,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","itunes_episode_number":"","itunes_title":"","itunes_season_number":"","itunes_episode_type":"","footnotes":""},"categories":[10],"tags":[393,38,1022,1023,1029,1027,1026,1024,1028,688,1020,1025,567,318,646,1021],"class_list":{"0":"post-4991","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-universo-agro","8":"tag-agro","9":"tag-agromulher","10":"tag-alergia-a-proteina-do-leite","11":"tag-aplv","12":"tag-caseina","13":"tag-gir","14":"tag-holandesa","15":"tag-intolerancia-a-lactose","16":"tag-jersey","17":"tag-leite","18":"tag-leite-a2","19":"tag-melhoramento-genetico","20":"tag-mulher-do-campo","21":"tag-pesquisa","22":"tag-proteina","23":"tag-vacas-a2a2"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4991"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3825"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4991"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4991\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5110"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4991"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4991"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4991"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}