{"id":4862,"date":"2020-04-13T12:00:27","date_gmt":"2020-04-13T15:00:27","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/?p=4862"},"modified":"2020-04-13T13:01:51","modified_gmt":"2020-04-13T16:01:51","slug":"irrigacao-melhora-o-desempenho-de-pomares-de-macas-no-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/universo-agro\/irrigacao-melhora-o-desempenho-de-pomares-de-macas-no-sul\/","title":{"rendered":"Irriga\u00e7\u00e3o melhora o desempenho de pomares de ma\u00e7\u00e3s no Sul do Brasil"},"content":{"rendered":"<h2>Al\u00e9m de aumentar a produtividade, a conjuga\u00e7\u00e3o entre as t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o e fertiliza\u00e7\u00e3o demonstrou ser capaz de gerar ma\u00e7\u00e3s mais vermelhas, uniformes e gra\u00fadas, caracter\u00edsticas importantes para o mercado interno e de exporta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Texto: <strong>Viviane Zanella <\/strong><strong>(MTb 14.400\/RS) da <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/51221794\/irrigacao-melhora-o-desempenho-de-pomares-de-macas-no-sul\">Embrapa Uva e Vinho<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Adapta\u00e7\u00e3o: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro<\/p>\n<p>Estudos cient\u00edficos desenvolvidos pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/uva-e-vinho\">Embrapa Uva e Vinho<\/a>\u00a0(RS) comprovaram que a associa\u00e7\u00e3o entre irriga\u00e7\u00e3o e aduba\u00e7\u00e3o (fertirriga\u00e7\u00e3o) \u00e9 capaz de driblar os efeitos negativos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no cultivo de ma\u00e7\u00e3s na Regi\u00e3o Sul do Brasil. Ap\u00f3s quatro safras, a aplica\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de fertilizantes e \u00e1gua resultou em plantas mais equilibradas e com maior carga produtiva, garantindo um aumento m\u00e9dio de produtividade de 34% para cultivares do Grupo Gala e superior a 120% na cultivar Fuji Suprema, respons\u00e1veis por 90% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de ma\u00e7\u00e3s.<\/p>\n<p>A irriga\u00e7\u00e3o sempre foi pr\u00e1tica obrigat\u00f3ria para a fruticultura em regi\u00f5es tropicais e subtropicais, mas n\u00e3o para as de clima temperado, na qual a distribui\u00e7\u00e3o de chuvas era capaz de suprir a maior parte da necessidade h\u00eddrica da macieira. Mas a escassez pluvial e o forte calor que marcaram os \u00faltimos anos vinham tirando o sono dos pomicultores.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o veio da ci\u00eancia: al\u00e9m de aumentar a produtividade, a conjuga\u00e7\u00e3o entre as t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o e fertiliza\u00e7\u00e3o demonstrou ser capaz de gerar ma\u00e7\u00e3s mais vermelhas, uniformes e gra\u00fadas, caracter\u00edsticas importantes para o mercado interno e de exporta\u00e7\u00e3o, que crescem a passos largos no Brasil. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Produtores de Ma\u00e7\u00e3 (<a href=\"http:\/\/www.abpm.org.br\/\">ABPM<\/a>), de importador, o Pa\u00eds passou a abastecer n\u00e3o apenas o consumo interno, como tamb\u00e9m a exportar 15% de sua colheita.<\/p>\n<p>Os custos da pr\u00e1tica de irriga\u00e7\u00e3o por hectare variam de R$ 8 mil a R$ 10 mil. Mas o pesquisador da Embrapa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/267668\/gilmar-ribeiro-nachtigall\">Gilmar Ribeiro Nachtigall<\/a>\u00a0garante que o retorno do investimento \u00e9 r\u00e1pido e ocorre no primeiro ou segundo ano de produ\u00e7\u00e3o. H\u00e1 dez anos, ele conduz pesquisas em \u00e1reas comerciais nos munic\u00edpios ga\u00fachos de Vacaria e Monte Alegre dos Campos, em parceria com a Agropecu\u00e1ria Schio, Agrimar e Netafim.<\/p>\n<h3><strong>Ma\u00e7\u00e3 de qualidade em todas as etapas:\u00a0mudas, plantas e frutos<\/strong><\/h3>\n<p>Para os adeptos do ditado popular que diz que \u201cma\u00e7\u00e3 todo dia, vida sadia\u201d, Nachtigall garante que o uso da irriga\u00e7\u00e3o e da fertirriga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o tem contraindica\u00e7\u00f5es, pelo contr\u00e1rio. A cada fase da cultura registram-se benef\u00edcios espec\u00edficos. Logo ap\u00f3s o plantio e durante todo o crescimento, a disponibiliza\u00e7\u00e3o da quantidade certa de \u00e1gua garante macieiras mais bem formadas, com maior n\u00famero de ramos, o que possibilita maior produ\u00e7\u00e3o de frutos. Os resultados indicam que as plantas irrigadas come\u00e7am a produzir frutos antecipadamente, ou seja, um ano antes do que no sistema convencional (sem irriga\u00e7\u00e3o), reduzindo os custos de implanta\u00e7\u00e3o do pomar.<\/p>\n<p>Realidade que est\u00e1 sendo vivenciada na safra 2019\/2020 pelo produtor Cl\u00e1udio Andreazza, de Caxias do Sul (RS). Ele se diz impressionado com o resultado da fertirriga\u00e7\u00e3o em seu pomar. Andreazza fez a implanta\u00e7\u00e3o no ano passado e, na avalia\u00e7\u00e3o dele, as plantas cresceram como se houvesse passado tr\u00eas anos. \u201c\u00c9 impressionante o resultado! J\u00e1 neste ano a previs\u00e3o de safra \u00e9 de dez toneladas por hectare e as frutas est\u00e3o bem gra\u00fadas\u201d, comenta empolgado com os resultados do sistema.<\/p>\n<p>A falta de \u00e1gua antes ou nas primeiras semanas ap\u00f3s o florescimento pode ter um efeito negativo no crescimento das brota\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m afetar o desenvolvimento dos frutos, podendo inclusive diminuir o tamanho final da ma\u00e7\u00e3, o que significa redu\u00e7\u00e3o nos ganhos do produtor. Com a irriga\u00e7\u00e3o\u00a0na fase de plena produ\u00e7\u00e3o h\u00e1 maior produtividade e qualidade dos frutos, com uma cor vermelha uniforme.<\/p>\n<p>Ao longo das pesquisas foram conduzidos experimentos com o uso da irriga\u00e7\u00e3o, ou seja, somente com fornecimento de \u00e1gua; e outros com fertirriga\u00e7\u00e3o, no qual o sistema, al\u00e9m da \u00e1gua, \u00e9 utilizado para adubar as macieiras com diferentes nutrientes. Os resultados mostram que os dois manejos resultam em plantas mais equilibradas e com maior capacidade de carga produtiva, sendo a fertirriga\u00e7\u00e3o um pouco superior.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4866 aligncenter\" src=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-2-300x218.jpeg\" alt=\"\" width=\"526\" height=\"382\" srcset=\"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-2-300x218.jpeg 300w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-2.jpeg 610w\" sizes=\"(max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico comparativo entre os sistemas de manejo em sequeiro e irrigado na forma\u00e7\u00e3o de ramos nas cultivares do Grupo Gala &#8211; Fonte: Embrapa<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-4865 aligncenter\" src=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-1-300x211.jpeg\" alt=\"\" width=\"506\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-1-300x211.jpeg 300w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/200407_Irriga\u00e7\u00e3o-Ma\u00e7\u00e3s_Gr\u00e1fico-1.jpeg 549w\" sizes=\"(max-width: 506px) 100vw, 506px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Gr\u00e1fico comparativo entre os sistemas de manejo com irriga\u00e7\u00e3o e fertirriga\u00e7\u00e3o nas cultivares do Grupo Gala e Fuji Suprema nas safras 2015\/16 e 2018\/1 &#8211; Fonte: Embrapa<\/p>\n<p>Pesquisas indicam ainda que as cultivares possuem necessidades diferentes no que se refere a \u00e1gua e nutrientes. Por isso, os experimentos est\u00e3o sendo conduzidos com as duas principais cultivares plantadas no Brasil, a Fuji e a Gala. Foi identificado que elas apresentam respostas distintas, de modo que os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o e fertirriga\u00e7\u00e3o devem ser instalados de forma independente, de modo a respeitar o ciclo e as necessidades h\u00eddricas e nutricionais de cada uma.<\/p>\n<h3><strong>Bons resultados transcendem as fronteiras brasileiras<\/strong><\/h3>\n<p>A irriga\u00e7\u00e3o e a fertirriga\u00e7\u00e3o s\u00e3o pr\u00e1ticas adotadas em importantes pa\u00edses produtores da fruta, como Estados Unidos, Canad\u00e1, Chile e Espanha. No Brasil, passaram a ser consideradas mais recentemente, a partir das varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas verificadas, que t\u00eam sido motivo de preocupa\u00e7\u00f5es para os produtores de ma\u00e7\u00e3s no sul do Brasil. A irregularidade e m\u00e1 distribui\u00e7\u00e3o das chuvas est\u00e3o causando problemas para a qualidade e produtividade de macieiras.<\/p>\n<p>Estimativas da Embrapa mostram que atualmente a \u00e1rea de macieira com irriga\u00e7\u00e3o ou fertirriga\u00e7\u00e3o no sul do Brasil ultrapassa os 200 hectares, n\u00famero que possui potencial de crescimento expressivo nos pr\u00f3ximos anos, segundo Nachtigall.\u00a0\u00a0O pesquisador explica que a utiliza\u00e7\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o e fertirriga\u00e7\u00e3o envolve grandes, m\u00e9dios e pequenos produtores, por\u00e9m, percebe-se maior ades\u00e3o dos pequenos e m\u00e9dios produtores, cujas caracter\u00edsticas envolvem o uso de tecnologias de ponta em seus pomares. \u201cPercebemos que os resultados que apresentamos referentes aos benef\u00edcios da irriga\u00e7\u00e3o e da fertirriga\u00e7\u00e3o est\u00e3o chamando a aten\u00e7\u00e3o e fazendo com que os produtores considerem investir nessas pr\u00e1ticas\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Parceiro na realiza\u00e7\u00e3o dos experimentos h\u00e1 cinco anos, Andr\u00e9 Weber, agr\u00f4nomo e respons\u00e1vel t\u00e9cnico da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.agroschio.agr.br\/\">Agropecu\u00e1ria Schio<\/a>, est\u00e1 bastante satisfeito com os resultados na \u00e1rea de 20 hectares. Ele destaca o aumento do calibre das frutas e uma produ\u00e7\u00e3o mais homog\u00eanea, fatores importantes na hora da comercializa\u00e7\u00e3o dos frutos. \u201cHoje qualquer produtor que for realizar o plantio de novas \u00e1reas precisa investir em duas coisas: fertirriga\u00e7\u00e3o e cobertura com tela\u201d, indica.<\/p>\n<p><iframe title=\"Irriga\u00e7\u00e3o da macieira\" width=\"708\" height=\"398\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OE2DJzLqPkc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Gilmar Nachtigall apresenta os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o e fertirriga\u00e7\u00e3o em macieiras &#8211; Fonte: Embrapa<\/p>\n<h3>Irriga\u00e7\u00e3o e a fertirriga\u00e7\u00e3o: como utilizar<\/h3>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 que sejam instalados sistemas de irriga\u00e7\u00e3o localizada, por gotejamento, com gotejadores espa\u00e7ados em, no m\u00e1ximo, 60 cm entre si, de forma a permitir a forma\u00e7\u00e3o adequada do bulbo \u00famido no solo. O mesmo sistema \u00e9 empregado na fertirriga\u00e7\u00e3o. A elabora\u00e7\u00e3o dos projetos de irriga\u00e7\u00e3o e fertirriga\u00e7\u00e3o deve ser feita por profissional capacitado de modo a atender a todos os requisitos necess\u00e1rios ao seu funcionamento.<\/p>\n<p>Para o manejo da irriga\u00e7\u00e3o, \u00e9 fundamental o monitoramento da disponibilidade de \u00e1gua no solo, visando identificar a quantidade de \u00e1gua e o momento correto de aplica\u00e7\u00e3o. Essa pr\u00e1tica requer informa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sobre os tipos de solo e irriga\u00e7\u00e3o, espa\u00e7amento utilizado no pomar e as cultivares plantadas. Os resultados mostram que o monitoramento da tens\u00e3o da \u00e1gua no solo, a partir do uso de tensi\u00f4metros de pun\u00e7\u00e3o na linha das plantas, \u00e9 eficiente para estimar os \u00edndices de umidade do solo adequados para a cultura da macieira.<\/p>\n<p>\u201cO uso dos tensi\u00f4metros \u00e9 um fator importante do processo, pois garante a correta aplica\u00e7\u00e3o da \u00e1gua para obter os melhores resultados\u201d, detalha Nachtigall. Ele orienta que o monitoramento da umidade do solo deve ser realizado diariamente, ou ent\u00e3o em intervalos de tempo n\u00e3o superiores a dois dias, de modo a identificar os momentos exatos de d\u00e9ficit h\u00eddrico no solo.<\/p>\n<p>J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fertirriga\u00e7\u00e3o, ele explica que os produtos s\u00e3o escalonados ao longo do ciclo produtivo, oferecendo os nutrientes que a planta precisa no momento certo do ciclo, distinto do manejo em sequeiro, no qual a aduba\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com produtos granulados em fases espec\u00edficas do desenvolvimento dos frutos. Ele alerta que \u00e9 importante respeitar as taxas de absor\u00e7\u00e3o e as quantidades necess\u00e1rias dos nutrientes em cada fase de desenvolvimento da cultura, de forma a obter o m\u00e1ximo desempenho nutricional das plantas. \u201cO produtor precisa estar atento ao fato de que o manejo da fertirriga\u00e7\u00e3o deve ser feito para cada tipo de solo e diferenciado para as cultivares do grupo Gala e Fuji, respeitando seus ciclos fenol\u00f3gicos\u201d, esclarece o pesquisador.<\/p>\n<p>A aduba\u00e7\u00e3o escalonada via fertirriga\u00e7\u00e3o permite ao t\u00e9cnico ou produtor ajustar pontualmente as quantidades de nutrientes aplicadas. Por exemplo, se identificada baixa taxa de desenvolvimento vegetativo em determinado per\u00edodo, pode-se aumentar as quantidades de nutrientes, assim como quando se observa crescimento acima do esperado, levando \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do volume planejado. Dessa forma, obt\u00eam-se plantas equilibradas nutricionalmente e maior qualidade de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A irriga\u00e7\u00e3o e a fertirriga\u00e7\u00e3o est\u00e3o se caracterizando como tecnologias indispens\u00e1veis para a fruticultura do futuro, pois garantem frutos de qualidade, superando as intemp\u00e9ries e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u00c9 a ci\u00eancia oferecendo alternativas para garantir e incrementar a lucratividade da pomicultura.<\/p>\n<p>Texto: <strong>Viviane Zanella <\/strong><strong>(MTb 14.400\/RS) da <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/51221794\/irrigacao-melhora-o-desempenho-de-pomares-de-macas-no-sul\">Embrapa Uva e Vinho<\/a><\/strong><\/p>\n<p>Adapta\u00e7\u00e3o: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro<\/p>\n<p>Foto: Gilmar Nachtigall<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Al\u00e9m de aumentar a produtividade, a conjuga\u00e7\u00e3o entre as t\u00e9cnicas de irriga\u00e7\u00e3o e fertiliza\u00e7\u00e3o demonstrou ser capaz de gerar ma\u00e7\u00e3s mais vermelhas, uniformes e gra\u00fadas, caracter\u00edsticas importantes para o mercado interno e de exporta\u00e7\u00e3o Texto: Viviane Zanella (MTb 14.400\/RS) da Embrapa Uva e Vinho Adapta\u00e7\u00e3o: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro Estudos cient\u00edficos desenvolvidos pela\u00a0Embrapa Uva e Vinho\u00a0(RS)<\/p>\n","protected":false},"author":3825,"featured_media":4864,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","itunes_episode_number":"","itunes_title":"","itunes_season_number":"","itunes_episode_type":"","footnotes":""},"categories":[10],"tags":[393,38,723,561,916,247,827,915,567],"class_list":{"0":"post-4862","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-universo-agro","8":"tag-agro","9":"tag-agromulher","10":"tag-do-campo","11":"tag-embrapa","12":"tag-fertirrigacao","13":"tag-fruticultura","14":"tag-irrigacao","15":"tag-macao","16":"tag-mulher-do-campo"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4862"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3825"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4862\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4864"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}