{"id":4635,"date":"2020-02-17T12:00:48","date_gmt":"2020-02-17T15:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/?p=4635"},"modified":"2020-02-17T22:29:38","modified_gmt":"2020-02-18T01:29:38","slug":"amazonia-terra-dos-robustas-finos-e-mulheres-fortes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/agro-mulheres\/amazonia-terra-dos-robustas-finos-e-mulheres-fortes\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia: terra dos Robustas finos e mulheres fortes"},"content":{"rendered":"<h2><b>O acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e novas tecnologias d\u00e3o visibilidade aos caf\u00e9s de Rond\u00f4nia e incluem novos atores no setor produtivo<\/b><\/h2>\n<p>Texto: Enrique Alves &#8211; <span style=\"font-weight: 400;\">Pesquisador da <\/span><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/48863149\/amazonia-terra-dos-robustas-finos-e-mulheres-fortes\">Embrapa<\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> Rond\u00f4nia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Adapta\u00e7\u00e3o: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rond\u00f4nia, terra de oportunidades, nunca foi uma novidade no Brasil. Desbravadores como o Marechal C\u00e2ndido Rondon travaram uma verdadeira \u201cOdisseia Amaz\u00f4nica&#8221; para mostrar ao mundo uma regi\u00e3o pujante, misteriosa, rica em recursos naturais e culturais. E isso sempre despertou aten\u00e7\u00e3o do Brasil e do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pasme o leitor, existem relatos que, no mesmo per\u00edodo em que o caf\u00e9 chegava \u00e0 Bel\u00e9m, trazido por Palheta, tamb\u00e9m foi introduzido em terras do Vale do Guapor\u00e9 em Rond\u00f4nia.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria do caf\u00e9, bebida mais consumida no mundo, depois da \u00e1gua, se mistura com a do Brasil e n\u00e3o seria diferente em Rond\u00f4nia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Primeiro, vieram as plantas de ar\u00e1bica e, depois, os resistentes Conilons. Finalmente, entre as d\u00e9cadas de 80 e 90, os vigorosos Robustas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Podemos dizer que o caf\u00e9 foi o pai, ou a m\u00e3e de grande parte do desenvolvimento que se encontra hoje na regi\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em meio a tantos desbravadores, her\u00f3is e empreendedores \u00e9 interessante notar que existe uma sombra&#8230; E ela \u00e9 feminina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um elo comum \u00e0 grande maioria dos destemidos pioneiros de Rond\u00f4nia \u00e9 que eles tinham mulheres, esposas e fam\u00edlia para dar suporte afetivo, financeiro e em sua m\u00e3o de obra, bra\u00e7al e intelectual<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<h3><b>J\u00e1 dissemos isso antes, mas n\u00e3o custa lembrar<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As mulheres t\u00eam hoje, mais do que nunca, alta relev\u00e2ncia no campo. Mas nos parece comum ignorar isso. Eu gostaria de contar aqui uma hist\u00f3ria de como isso vem mudando em uma revolu\u00e7\u00e3o silenciosa. A emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres tamb\u00e9m acontece no campo e que quase passa despercebida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cafeicultura em Rond\u00f4nia sempre foi vista com uma vis\u00e3o de atraso e como garantia de subsist\u00eancia para aqueles destemidos pioneiros que n\u00e3o foram t\u00e3o bem sucedidos.\u00a0 Mas, a evolu\u00e7\u00e3o que vem acontecendo na \u00faltima d\u00e9cada mostra exatamente o contr\u00e1rio. Para a maioria dos produtores remanescentes, o que os fez persistir foi o amor pelo caf\u00e9 e o desejo de passar esse legado aos seus descendentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, \u00e9 um ex\u00e9rcito de 17 mil produtores, j\u00e1 foram mais que o dobro de homens e mulheres que produzem em, aproximadamente, 63 mil hectares, mais de dois milh\u00f5es de sacas de caf\u00e9.\u00a0 \u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Vale mencionar que, h\u00e1 quase 20 anos estes produtores precisavam de mais de 240 mil hectares para produzir o mesmo volume.\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<h3><b>Que evolu\u00e7\u00e3o!\u00a0<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sa\u00edmos de uma cafeicultura quase extrativista para uma mais tecnol\u00f3gica e sustent\u00e1vel. Tecnologias que passam pelo uso de variedades clonais de gen\u00e9tica superior, novos arranjos espaciais e t\u00e9cnicas de manejo. E n\u00e3o para por a\u00ed&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, Rond\u00f4nia \u00e9 reconhecida como a terra dos Robustas Amaz\u00f4nicos. Caf\u00e9s arom\u00e1ticos, doces como caramelo, de corpo aveludado e retrogosto agrad\u00e1vel e persistente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso n\u00e3o veio ao acaso, foram muitos anos de desenvolvimento de pesquisa, dias de campo e treinamentos de t\u00e9cnicos e produtores. Um verdadeiro trabalho de formiguinha! Mas, como a Amaz\u00f4nia \u00e9 sempre quente, estas formiguinhas n\u00e3o param de trabalhar no inverno.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os melhores produtores de Rond\u00f4nia n\u00e3o produzem apenas caf\u00e9s. Eles criam iguarias, que agora come\u00e7am a ser embalados de forma cuidadosa e em garrafas que lembram vinho, u\u00edsque e, porque n\u00e3o, cacha\u00e7as finas.<\/span><\/p>\n<h3><b>Qualidade, substantivo feminino<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas, se tem uma coisa que toda essa evolu\u00e7\u00e3o nos ensina \u00e9 que a qualidade \u00e9, antes de tudo, substantivo feminino. E isso come\u00e7a a ficar cada vez mais evidente, de uma forma org\u00e2nica e natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2012, em congresso de caf\u00e9 Conilon ocorrido em Vit\u00f3ria-ES, conheci duas mulheres que me apresentaram a Alian\u00e7a Internacional das Mulheres do Caf\u00e9, a IWCA. Eram elas: Josiane Cotrim e Sunalini Menon. Confesso que me senti ignorante por n\u00e3o saber que tal institui\u00e7\u00e3o existia. Encantei-me com a proposta e disse que Rond\u00f4nia precisava fazer parte desse movimento. Fiz o convite: \u201cVoc\u00eas precisam conhecer a cafeicultura da Amaz\u00f4nia e suas mulheres!\u201d Mas, em meio aos compromissos e desafios do dia a dia, essa conversa se perdeu.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2017, veio o convite para que a jornalista da Embrapa Rond\u00f4nia, Renata Silva, uma mulher do caf\u00e9 no estado, escrevesse um cap\u00edtulo no livro editado pela IWCA, Embrapa e parceiros. E foi a\u00ed que a evolu\u00e7\u00e3o feminina despertou.\u00a0 A jornalista ficou incomodada por notar que as mulheres n\u00e3o se sentiam parte do processo produtivo, n\u00e3o tinham representantes e haviam poucas estat\u00edsticas sobre a sua presen\u00e7a no campo e em outras \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o no setor do caf\u00e9 em Rond\u00f4nia.\u00a0 Eram quase invis\u00edveis!<\/span><\/p>\n<h3><b>G\u00eanese: mais que um cap\u00edtulo de livro<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir desse momento, \u201cse deu a luz\u201d, ao cap\u00edtulo de Rond\u00f4nia no livro Mulheres dos Caf\u00e9s do Brasil. \u00c9, n\u00e3o estou falando apenas do livro. Neste processo, foram muitas pesquisas, publica\u00e7\u00f5es e reuni\u00f5es. At\u00e9 que, em 2018, a indiana Sunalin Menon, primeira dama do caf\u00e9 na \u00c1sia, aceitou o convite feito em 2012 e visitou Rond\u00f4nia.\u00a0 Ela se surpreendeu com o que viu no campo e passou a repetir a frase: &#8220;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Welcome to the mysterious Amazon. The Land of the Fine Robustas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u2013 Bem-vindos \u00e0 misteriosa Amaz\u00f4nia, a terra dos Robustas Finos&#8221;. E isso me parecia correto e at\u00e9 po\u00e9tico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4636 aligncenter\" src=\"http:\/\/portal.agromulher.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-11.20.21-215x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"219\" height=\"306\" srcset=\"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-11.20.21-215x300.jpeg 215w, https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/WhatsApp-Image-2020-01-30-at-11.20.21.jpeg 495w\" sizes=\"(max-width: 219px) 100vw, 219px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Junto a ela veio a especialista em caf\u00e9s especiais, que trabalha na Europa, Josiana Bernardes. Outra Josiana, porque a Cotrim ainda nos deve a visita prometida em 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nessa ocasi\u00e3o, foram realizados semin\u00e1rios, visitas a produtores e a primeira edi\u00e7\u00e3o do Encontro das Mulheres do Caf\u00e9 de Rond\u00f4nia. Foi uma grande mobiliza\u00e7\u00e3o da Embrapa e diversos \u00f3rg\u00e3os vinculados ao Governo do Estado de Rond\u00f4nia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estas visitas ajudaram a motivar, mobilizar e educar a cadeia produtiva sobre a import\u00e2ncia do trabalho da mulher e dos ganhos que essa valoriza\u00e7\u00e3o e reconhecimento poderiam trazer para a cafeicultura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Novamente, estas visitas geraram frutos e eles eram bons. As mulheres foram destaque na Revista Caf\u00e9s de Rond\u00f4nia em 2017, 2018 e novas a\u00e7\u00f5es de incentivos ocorreram, fomentando o movimento das mulheres do caf\u00e9 em Rond\u00f4nia.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Reconhecimento e visibilidade<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O estado, anualmente, organiza o que se tornou o maior concurso nacional de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Coffea canephora<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> do Pa\u00eds, o Concaf\u00e9. Mas, em suas primeiras edi\u00e7\u00f5es, em 2016 e 2017, a participa\u00e7\u00e3o das mulheres praticamente n\u00e3o existia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi em 2018 que os trabalhos de mobiliza\u00e7\u00e3o junto \u00e0s mulheres come\u00e7aram a ter os primeiros resultados concretos. No Concaf\u00e9 do ano passado, nove mulheres enviaram amostras e, pela primeira vez, uma cafeicultura, a Suzi Aparecida da Silva, ficou entre os dez melhores caf\u00e9s de Rond\u00f4nia. Ela tem uma linda hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o, aprendizado e evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Isso parecia certo e a cadeia produtiva comemorou o feito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os trabalhos de mobiliza\u00e7\u00e3o das mulheres continuaram em novas visitas t\u00e9cnicas, com transfer\u00eancia de tecnologias e mobiliza\u00e7\u00e3o em grupos de redes sociais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2019, uma nova personagem &#8220;empoderada&#8221; ganhou destaque entre tantos produtores talentosos do estado. O seu nome \u00e9 Poliana Perrut, engenheira agr\u00f4noma, mestre, viveirista, produtora, extensionista rural e esposa. Lembro-me de encontr\u00e1-la em um dos muitos eventos sobre produ\u00e7\u00e3o de Robustas Finos e ela me disse: &#8220;Em 2019 vou colher a minha primeira safra de caf\u00e9 como produtora e eu gostaria de ver se eu consigo fazer um bom caf\u00e9. Voc\u00ea me ajuda?&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mal sabia que ela \u00e9 quem estava me ajudando. Como pesquisador, a nossa maior alegria \u00e9 quando um produtor caprichoso e animado quer ser nosso parceiro. Sorte a minha!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Conversamos muito, tra\u00e7amos estrat\u00e9gias.\u00a0 Foram muitas mensagens trocadas e o trabalho gerou bom fruto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tentativa da Poliana em produzir um bom caf\u00e9 &#8220;falhou\u201d. Pois o que ela produziu foi um caf\u00e9 especial, \u00fanico, premiado.\u00a0 Foi o melhor caf\u00e9 de Rond\u00f4nia em 2019 \u2013 campe\u00e3 do Concaf\u00e9 \u2013 e um dos melhores do Brasil. Al\u00e9m disso, carregou com ela diversas mulheres do caf\u00e9, inspiradas em sua a\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o ao longo de todo o ano de 2019. Os n\u00fameros mostram: em 2018 apenas nove mulheres se inscreveram no Concaf\u00e9. J\u00e1 em 2019 foram 50! O movimento tomou forma e curso certo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa cafeicultura est\u00e1 cada vez mais inclusiva e plural. S\u00e3o mulheres, ind\u00edgenas jovens e experientes fazendo a diferen\u00e7a no campo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 atoa que em um universo de caf\u00e9s especiais, representados por figuras masculinas, Rond\u00f4nia tem num sorriso largo uma de suas representa\u00e7\u00f5es.\u00a0 Se Col\u00f4mbia tem Juan Valdez, Rond\u00f4nia tem Dona Lena.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Parab\u00e9ns \u00e0s Polianas, Suzis, Lenas que fazem dos Robustas Amaz\u00f4nicos \u00fanicos, inclusivos e saborosos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Welcome to the mysterials Amazon. The Land of Fine Robustas e Strong women<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 Bem-vindos \u00e0 misteriosa Amaz\u00f4nia. A terra dos Robustas Finos e mulheres fortes!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">*Enrique Anast\u00e1cio Alves \u00e9 doutor na \u00e1rea de Engenharia Agr\u00edcola e, desde 2010, atua como pesquisador A na Embrapa Rond\u00f4nia, nas \u00e1reas de Colheita, p\u00f3s-colheita do caf\u00e9 e qualidade de bebida. Contato:\u00a0<\/span><\/i><a href=\"http:\/\/enrique.alves@embrapa.br\/\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">enrique.alves@embrapa.br<\/span><\/i><\/a><i><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/i><\/p>\n<p>Foto: Renata Silva e Divulga\u00e7\u00e3o Embrapa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e novas tecnologias d\u00e3o visibilidade aos caf\u00e9s de Rond\u00f4nia e incluem novos atores no setor produtivo Texto: Enrique Alves &#8211; Pesquisador da Embrapa Rond\u00f4nia Adapta\u00e7\u00e3o: Marluce Corr\u00eaa Ribeiro Rond\u00f4nia, terra de oportunidades, nunca foi uma novidade no Brasil. Desbravadores como o Marechal C\u00e2ndido Rondon travaram uma verdadeira \u201cOdisseia Amaz\u00f4nica&#8221; para mostrar<\/p>\n","protected":false},"author":3825,"featured_media":4637,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"episode_type":"","audio_file":"","podmotor_file_id":"","podmotor_episode_id":"","cover_image":"","cover_image_id":"","duration":"","filesize":"","filesize_raw":"","date_recorded":"","explicit":"","block":"","itunes_episode_number":"","itunes_title":"","itunes_season_number":"","itunes_episode_type":"","footnotes":""},"categories":[9],"tags":[38,96,552,561,786,538,364,785,568],"class_list":{"0":"post-4635","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-agro-mulheres","8":"tag-agromulher","9":"tag-cafe","10":"tag-do-agro","11":"tag-embrapa","12":"tag-livro","13":"tag-mulher","14":"tag-mulheres","15":"tag-robustas","16":"tag-rondonia"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4635"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3825"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4635"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4635\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4637"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4635"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4635"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromulher.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4635"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}