Somos por elas

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Os homens defenderem a igualdade com as mulheres trata-se antes de uma necessidade do que algum tipo de cortesia, que também sempre é bem-vinda.

Se existe um potencial mais impactante que a inovação, a ciência ou a inclusão social para o bem-estar geral das pessoas e do planeta, este é o ato de dar condição plena às mulheres.

Dar não! Ajudá-las a garantir!

Elas são chefes da maior parte das famílias, representam mais da metade da força de trabalho, tem em geral melhor nível educacional e sua liderança resulta em mais desempenho de equipes e empresas…

Não vou entrar aqui em “qualidade femininas” porque isso, muitas vezes, pode estereotipar e colocar fronteiras ao potencial sem limite das mulheres.

Inclusive, gosto de lembrar de que “o jeito feminino”, apesar das especifidades biológicas, é uma construção cultural de séculos que, justamente, prejudica as mulheres. Acho melhor não reforçá-lo.

A mulher pode ser o que ela quiser, estar onde ela quiser e gostar do que ela quiser. Isso parece óbvio, mas fugir do “padrão esperado” ainda gera muitas consequências. Elas sabem isso melhor que eu.

Da minha parte, apesar de erros e acertos, quero ir ao lado delas. E, se eu puder, ajudar com palavras e atitudes todas as muheres a se libertarem para, enfim, serem como quiserem.

Que as mulheres possam seguir sem obstáculos a mais que o homem, sejam culturais, sociais, financeiros ou mesmo de afazeres cotidianos. 

A plenitude das mulheres também será libertadora para os homens. Todos sofremos diferentes males que têm origem nesta mesma raiz.

Os sábios nunca abririam mão da força de uma mulher na luta da vida, de sua capacidade de construir a sociedade ou desperdiçariam suas habilidades para as mais qualificadas funções.

Não podemos continuar prejudicando esse enorme potencial. Seres humanos, independente de como sejam, precisam caminhar lado a lado. Por isso, sou #eleporelas todos os dias. Hoje serve apenas para lembrar disso!

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Sobre o Autor

Daniel Duarte

Daniel é jornalista, gerente da Dados Comunicação e atua desde 2000 em comunicação corporativa para grandes empresas, bem como em redação/edição de conteúdo para publicações nacionais e internacionais. Mestre em Novas Tendências do Jornalismo (Universidad Complutense de Madrid), MBA em Gestão do Agronegócio (FGV) e Especialista em Marketing Digital (FIT), é um entusiasta dos métodos ágeis aplicados a processos de comunicação, promotor da transformação digital e fascinado pelo agronegócio brasileiro. É autor dos livros “Oriente, rapaz – A Mediação dos Capacetes Azuis Brasileiros no Conflito entre Israel e Egito” e “Primeras propuestas sobre el estilo de escritura del blog-periodismo”, bem como palestrante sobre o universo do agronegócio e da comunicação.

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