Serendipidade, networking e a gestão do agro

Google+ Pinterest LinkedIn Tumblr +

Na coluna deste mês, vamos falar sobre serendipidade, networking e gestão? Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?

Encontrei pela primeira vez a palavra “serendipidade” no livro do brilhante José Luiz Tejon “Guerreiros não nascem prontos” e me apaixonei pelo seu significado: Ato ou capacidade de descobrir coisas boas por mero acaso, sem previsão.

O networking, por sua vez, é a capacidade de estabelecer uma rede de contatos ou uma conexão com algo ou com alguém.

Mas é preciso perspicácia e sagacidade. As descobertas não acontecem para qualquer desavisado. Acontecem quando conseguimos relacionar o que sabemos com o que acabamos de encontrar pelo caminho.

A gestão no agro exige que tenhamos habilidade, olhar atento às mudanças, busca de experiências bem-sucedidas e aprendizagem com os nossos erros e os dos outros.

Brian Hindo, consultor em estratégia, destaca que “Enquanto a excelência de processos exige precisão, consistência, e repetição, a inovação exige variação, fracasso e serendipidade. ”

Portanto, a ideia é incentivar a troca de ideias, uma mudança de olhar, adaptar a experiência de outras pessoas na sua realidade, criar uma nova história ou paradigma, tirar um projeto de uma gaveta empoeirada, buscar parceiros estratégicos para novas concepções.

Às vezes aquela ideia compartilhada com alguém pode virar o plano da sua vida profissional ou uma nova inspiração. Às vezes você acha que o que fez não deu muito certo, mas é só um passo do caminho.Talvez este texto, tenha vindo ao acaso e vá te fazer alçar um novo sonho.

Se você já sabe onde quer ir, crie uma rede de contatos, busque inspiração, pense sobre a sua gestão no agro, na empresa, na vida. A serendipidade vai acontecer para você também, assim como muitas vezes aconteceu e tem acontecido comigo.

Compartilhar.

Sobre o Autor

Daiane Monteiro

Formada em Direito pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Concluiu MBA em Direito Tributário Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/RS). e especializou-se em Direito Empresarial com ênfase em Advocacia Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS), É associada fundadora do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio – IBDAGRO – e, atualmente, ocupa o cargo de Diretora de Comunicação do referido Instituto. Presta assessoria jurídica à produtores rurais há mais de 11 anos na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Professora da Escola Superior do Agro - ESAGRO - em Direito Trabalhista Rural. Escritora do Livro: Direito e Gestão Trabalhista Rural, publicado pela ESAGRO. Produtora Rural na Fazenda Fonte Rica.

Deixe Seu Comentário