O poder da empatia no trabalho

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Já se deram conta do poder da empatia para a eficiência no trabalho?

Não, não se trata de forjar o tipo simpático.

Empatia é se colocar no lugar do outro.

Desde um simples retorno do tipo “ok, estamos nisso” até um sincero “agora não é o momento”…

Na minha rotina, vejo um exemplo bem claro.

Nas tarefas relevantes e fáceis (até 5 minutos), respondo/delego/resolvo na hora que vejo. Sem procrastinar. Sem acumular. No ritmo ágil.

Nas atividades que levam de 5 min a 5 anos, respondo meu colega ou cliente na hora, agendo o próximo passo e entrego na deadline combinado.

Sabem por quê? As pessoas sentem-se motivadas quando correspondidas e, ao mesmo tempo, fico organizado e produtivo. 

Ninguém desperdiça tempo ou energia física e psicológica. Todos sentem-se eficientes. Tudo flui. Começa a sinergia…

Que assim seja! Amém!

Mas tem ainda outras 10 coisas que percebi:

  1. O resultado é mais importante que a burocracia, se esta apenas desperdiça tempo.
  • A grande maioria das pessoas já trabalha com pelo menos uma ferramenta tecnológica que não existia quando se formou.
  • Certeza: você precisará aprender muito mais do que já sabe para continuar relevante. 
  • Jovens podem ser muito mais “conservadores” que maduros “inovadores”.
  • O começo e o final de tudo sempre são pessoas.
  • Gente feliz produz bem mais. Não é preciso muito para isso.
  • Ninguém tem o emprego garantido.
  • Para millennials, hierarquia não existe. Talvez respeito e admiração.
  • O profissional mais motivado é aquele que, secretamente, abriria mão do salário para cumprir seu papel.
  • O líder não precisa ser quem mais sabe, mas deveria ser quem consegue ajudar melhor aos outros.

Enfim, é um pouco de sentir com a mente e pensar com o coração.

Se você concorda, discorda ou quer acrescentar alguma outra, por favor, deixe seu comentário!

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Sobre o Autor

Daniel Duarte

Daniel é jornalista, gerente da Dados Comunicação e atua desde 2000 em comunicação corporativa para grandes empresas, bem como em redação/edição de conteúdo para publicações nacionais e internacionais. Mestre em Novas Tendências do Jornalismo (Universidad Complutense de Madrid), MBA em Gestão do Agronegócio (FGV) e Especialista em Marketing Digital (FIT), é um entusiasta dos métodos ágeis aplicados a processos de comunicação, promotor da transformação digital e fascinado pelo agronegócio brasileiro. É autor dos livros “Oriente, rapaz – A Mediação dos Capacetes Azuis Brasileiros no Conflito entre Israel e Egito” e “Primeras propuestas sobre el estilo de escritura del blog-periodismo”, bem como palestrante sobre o universo do agronegócio e da comunicação.

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