quarta-feira, novembro 14

O inbound marketing e o agronegócio

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Muitas empresas de agronegócio resistiram, durante algum tempo, em utilizar o inbound marketing. Os motivos eram variados: a) acreditavam que os agropecuaristas não estavam inseridos no ambiente digital; b) desconheciam os reais benefícios desta modalidade de marketing; ou c) direcionavam todo o investimento para eventos ou marketing de produtos.

Agora, com o novo perfil de agropecuarista, este cenário apresenta claras mudanças. Empresas de diversos segmentos, como implementos, sementes e nutrição vegetal, têm apostado no inbound marketing como estratégia de comunicação.

O primeiro desafio das marcas é despertar o interesse do produtor em consumir determinado conteúdo. Por isso, quanto mais soluções reais o texto propor, mais leitores ele terá.

Em um próximo ponto, o agropecuarista precisa ter vontade em se aprofundar, em ler dicas e orientações. Neste estágio, um ebook ou um vídeo é altamente recomendável.

No passo seguinte, o foco é despertar o desejo do produtor em se engajar com a marca, em buscar informações. Uma estratégia interessante é direcioná-lo para uma biblioteca virtual, com conteúdo específico e interativo.

O último estágio é a venda. Após ter interesse, vontade e desejo, o agropecuarista irá adquirir naturalmente o produtor que necessita.

Durante todo o processo, a empresa de agronegócio precisa utilizar técnicas e ferramentas focadas em conteúdo estratégico, otimização, escolha dos melhores canais e também respeito ao relacionamento em rede.

Como consequência, ganhará ainda mais visibilidade, reforçará a sua credibilidade e ampliará o faturamento.

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Sobre o Autor

Rodrigo Capella

Rodrigo Capella é Diretor Geral da Ação Estratégica, empresa de comunicação e marketing com ampla experiência no segmento de agronegócio. Jornalista e pós-graduado em Jornalismo Institucional, Capella é autor de diversos livros e artigos sobre comunicação e marketing. Já ministrou palestras, cursos e treinamentos sobre comunicação digital no Banco do Brasil, Novartis, Coelba, Produquímica e HJ Baker, entre outras empresas. Foi professor de comunicação digital da pós-graduação da PUC-PR, da UNA-BH e da Universidade Anhembi Morumbi-SP.

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