Inovação no desenvolvimento de produtos: garantia de produtividade e segurança do alimento

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O “Agro com elas” também é inovação. E o desenvolvimento de produtos agrícolas de forma inovadora e inteligente somado ao uso responsável desses insumos no campo pode assegurar o aumento da produtividade e da qualidade do produto final

Em um país de extensão continental como o Brasil, muitos são os desafios produtivos enfrentados dentro das diversas cadeias do agronegócio. E alguns destes grandes desafios são o aumento da produtividade para garantia da segurança alimentar e a manutenção da sustentabilidade no processo produtivo. Uma das alternativas para a proteção das plantas e obtenção desse consequente aumento da produtividade é o desenvolvimento de produtos mais eficientes. Entretanto, a fase de desenvolvimento desses produtos que serão usados em campo é um processo demorado, caro, trabalhoso, cauteloso e extremamente bem planejado e fiscalizado. O produto precisa ser eficiente para assegurar o potencial  produtivo dos cultivos e, ao mesmo tempo, ser totalmente seguro para o homem e para o meio ambiente, ao ponto de não gerar nenhum risco para quem está na ponta da cadeia, no caso, o produtor rural e o consumidor do produto final, por exemplo. Quer entender como funciona o desenvolvimento de produtos dentro da empresa e quais os desafios e tendências desse mercado? Continue sua leitura e fique bem informada (o) sobre esse assunto.

Etapas do processo de desenvolvimento de produtos

O processo de criação de um novo produto, seja ele ligado à proteção de plantas, à nutrição ou à tecnologia de aplicação, é um processo que envolve vários departamentos de uma empresa, em busca de um produto que seja eficaz e que colabore para o alcance de altas produtividades. Dentro da Oxiquímica, empresa brasileira que desenvolve tecnologia para esses três segmentos específicos do agronegócio, o processo de criação de um novo produto requer uma equipe multidisciplinar desde o desenvolvimento laboratorial, gestão da qualidade, até ensaios agronômicos em campo, para que só após a validação de todos os departamentos, esse produto seja finalmente concebido e lançado no mercado.

O processo de criação de defensivos agrícolas, por exemplo, conta com algumas etapas pré-determinadas pela legislação e órgãos reguladores e fiscalizadores. E a depender do segmento e do produto, a concepção e o lançamento podem ter tempos distintos. Para esse desenvolvimento, é indispensável também que a empresa siga todos os protocolos dos ministérios que regulamentam os produtos, seguindo todas as normas determinadas por esses órgãos oficiais.

No caso de defensivos agrícolas, por exemplo, os quais requerem os maiores níveis de exigência, é necessário atender a legislação de 3 órgãos oficiais, sendo eles o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Estes órgãos requerem documentos e exigências distintas, por isso não há uma regra sobre o tempo exato da concepção de um novo produto.

Mas antes deste produto chegar para avaliação dos órgãos reguladores, o processo de desenvolvimento dentro da empresa segue algumas etapas, segundo informações da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). Na fase inicial, conhecida como fase de pesquisa, a empresa realiza uma triagem com milhares de moléculas a fim de identificar moléculas promissoras com potencial de defensivo. São feitos testes para avaliar se o produto é adequado para continuar o desenvolvimento, como testes laboratoriais, toxicológicos e ambientais. Somente as moléculas promissoras em todos esses testes são levadas para a segunda fase, que é a de desenvolvimento propriamente dito. Há também o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias a partir de moléculas pós patente, porém com melhorias em tecnologia de formulação e possíveis novas misturas de ativos.

Já na fase de desenvolvimento são realizados testes em campo com o novo produto, sendo utilizado em várias situações e várias culturas, avaliando a atividade do princípio ativo contra uma variedade de pragas, plantas daninhas ou doenças, a depender do produto. Nesta fase, as substâncias são avaliadas em formulações, compatibilidade com outros produtos e determinação do destino da molécula e de seus metabólitos ou resíduos no ambiente, solo e plantas.

O produto que for aprovado em todos esses testes, segue para a fase final de avaliação e registro, onde ocorre a análise dos órgãos reguladores que avaliarão os riscos à saúde humana, dos animais, contaminação do meio ambiente e a eficácia nas lavouras para que o produto está tentando o registro. Após a avaliação dos órgãos competentes (que pode demorar até 8 anos, no Brasil), o produto é finalmente aprovado ou vetado, caso descumpra alguma das exigências de segurança e eficácia determinadas.

Dentro deste cenário, a Oxiquímica com sua expertise em desenvolver novas tecnologias está sempre lançando produtos inovadores, trabalhando com a máxima agilidade junto aos órgãos oficiais, isso porque, além da indústria, contam com laboratório e estação de pesquisa próprios.

Produtividade, segurança alimentar e segurança do alimento

O desenvolvimento de novos produtos, mais tecnológicos, eficazes e sustentáveis, vem ao encontro da necessidade de aumentar a produtividade agrícola no Brasil, de forma sustentável e que garanta a segurança alimentar e a segurança do alimento. Mas, afinal, qual a diferença entre esses dois conceitos?

São termos bastante confundidos, mas com conceitos bem distintos. A segurança alimentar diz respeito a uma estratégia de direito a todos os cidadãos ao acesso a uma alimentação adequada e equilibrada do ponto de vista nutricional e quantitativo, de forma a obter uma vida saudável e ativa. Já a segurança do alimento está relacionada aos cuidados na produção, transporte e armazenamento de alimentos, com adoção de medidas que permitam a garantia da qualidade dos alimentos através do controle da entrada de agentes que promovam risco à saúde ou integridade física do consumidor. Para obtenção deste controle, é necessário se atentar aos três tipos de perigo: biológico, químico e físico.

Resumidamente, a segurança alimentar está mais ligada à produção de quantidade suficiente de alimento para atender a população. E a segurança de alimentos está relacionada à qualidade desse alimento produzido, armazenado e transportado. E são justamente estes dois pontos que são a base do desenvolvimento de produtos inovadores. A nova molécula deve assegurar boa produtividade que garanta também a quantidade e qualidade de alimento para o consumidor final.

Para a garantia dessa qualidade, existem certificações e auditorias responsáveis por esse controle dentro das empresas. No caso da Oxiquímica, a empresa possui certificação ISO 9001, contendo também um sistema de qualidade próprio auditado periodicamente por certificadoras internacionais, que garantem que todos os produtos e serviços tenham um padrão internacional de qualidade. Além de passar pelas auditorias técnicas e de qualidade, todos os produtos são testados no centro de tecnologia da empresa e, inclusive, em outras instituições em todo o país. Isso garante, além da qualidade dos produtos, a tranquilidade do usuário final que é o produtor rural, proporcionando assim, uma produção mais rentável e sustentável.

Desafios e tendências no desenvolvimento de produtos

O Brasil é um grande exportador de alimentos e, devido a isso, é preciso estar sempre em linha com as demandas internacionais de segurança alimentar e segurança dos alimentos. E para atender legislações e demandas específicas de diferentes países, uma das maiores tendências para o desenvolvimento de produtos no agronegócio é a sustentabilidade e a capacidade de estar em linha com as demandas socioambientais globais.

Diante da realidade brasileira, que apresenta um clima tropical com diversas culturas completamente diferentes, um dos maiores desafios é gerar tecnologia que atenda as diferentes demandas do produtor, com sustentabilidade. Para isso, a Oxiquímica, conta com seu centro de expertise em pesquisa e desenvolvimento e parcerias com instituições públicas e privadas em todo o país.

O “agro com elas” é inovação

Tendo em vista todo esse processo de desenvolvimento de produto, garantia da qualidade e aplicação em campo, fica ainda mais claro sobre a necessidade de profissionais inovadores, responsáveis e com visão macro do mercado. E o agro com elas também é inovação. É preciso inovar desde o desenvolvimento do produto dentro do laboratório, até a recomendação e aplicação dele em campo.

Além de uma boa equipe multidisciplinar dentro da empresa no desenvolvimento do produto e da tecnologia, é preciso uma assistência técnica de qualidade em campo para garantir que essa tecnologia tenha durabilidade. Uma tecnologia que demora vários anos para ser desenvolvida, testada e aprovada, precisa ser recomendada com responsabilidade e cautela a fim de que não haja um uso indevido e descontrolado, que pode gerar resistência e colocar todo o trabalho a perder dentro de poucas safras. Os (as) profissionais precisam ser inovadores (as) e competentes para valorizar o dinheiro, o tempo e o trabalho dedicado ao desenvolvimento de um produto que, se usado de maneira consciente, pode contribuir muito para o aumento da produtividade e rentabilidade da lavoura.

Sobre a Oxiquímica Agrociência

A Oxiquímica Agrociência é uma empresa que atua no segmento de nutrição, proteção de plantas e tecnologia de aplicação. Uma empresa 100% brasileira, jovem, que investe em inovação e tecnologia. A Oxiquímica tem como alicerce de crescimento, seus produtos de alta qualidade, a parceria com o agricultor e o comprometimento de seus colaboradores e distribuidores. A empresa tem foco na pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, com alta eficiência e segurança ao meio ambiente. Tendo sempre em seus pilares a importância da sustentabilidade, inovação e inclusão social.

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Sobre o Autor

AgroMulher

A Rede Digital AgroMulher nasceu com o propósito de gerar resultados por meio da democratização de informações de qualidade e, assim, promover o crescimento de profissionais ligados ao agronegócio.

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