segunda-feira, dezembro 17

Funções administrativas: controle

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O controle é a 4ª função administrativa. Depois de planejar, organizar e dirigir, é necessário controlar para definir os padrões de desempenho, monitorar, comparar e se necessário, implantar ação corretiva para assegurar o cumprimento dos objetivos.

Na administração, a palavra controle exerce vários significados:

Controle como função restritiva e coercitiva: que coíbe ou limita execuções ou comportamentos indesejados. Neste sentido é visto como negativo, pois é aplicado para inibir a liberdade e manipular os resultados.

Controle como um sistema automático de regulação:  utilizado para manter um controle padrão de procedimentos e proporcionar a regulação necessária para que as atividades voltem ao normal.

Controle como função administrativa: tem como finalidade ASSEGURAR que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se harmonizem em relação aos objetivos propostos.

O controle na função administrativa possui 4 fases:

– Estabelecimento de padrões ou critérios;

– Observação do desempenho;

– Comparação do desempenho com o padrão estabelecido;

– Ação corretiva.

O controle serve de fechamento do atingimento ou não dos objetivos, do cumprimento de um ciclo ou plano. Da mesma maneira que as outras 3 funções administrativas, ele pode ser feito a nível global, departamental ou operacional.

O controle faz com que a empresa tenha QUALIDADE em seu portfólio. Ele garante que tudo está correndo da melhor maneira e diminui custos e retrabalhos.

Lembrando quão importante é manter o controle dos processos, documentos e das atividades dentro da organização, pois quanto mais alinhados os processos estiverem, maior será a chance de atingir todos os objetivos (e corrigir falhas durante a implantação do planejamento / execução das atividades).

Chiavenato, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8. Ed – RJ, Elseiver.

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Sobre o Autor

Mariely Biff

Professora Universitária e Consultora em Agronegócios no estado de Mato Grosso. Também atua como voluntária da ONG Por1Sorriso e é fundadora da ONG Seja Luz.

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