A Transformação Digital chegou no campo?

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E no campo? Como a transformação digital vai afetar o dia a dia da porteira para dentro? A Fazenda Moderna está conectada, a gestão acontece em tempo real e as tomadas de decisão são baseadas em indicadores do negócio. A transformação digital é uma caminhada lenta que começa nas bases. Não são apenas as ferramentas tecnológicas, a jornada começa nos processos e pessoas, treinamentos e por um bom, lembrando que o ótimo é inimigo do bom, Planejamento Estratégico de curto, médio e longo prazo assim da sua implementação gradual e eficaz.

Agregar conhecimento é a peça chave para essa evolução e nesse momento uma consultoria que conheça tecnologia e ao mesmo tempo tenha vivência no agronegócio é um grande diferencial. Segundo Ely Mascia Neto, da Performance Processos, empresa de consultoria que atua nesse mercado, os 4 passos básicos para a transformação digital na fazenda são os seguintes:

1 – Avaliar as tecnologias atuais e extrair o máximo que oferecem,

2 – Identificar as lacunas e reavaliar os processos,

3 – Indicadores estratégicos por safra e cultivar – planejamento estratégico,

4 – Legislação fiscal/tributária, financeira/econômica, ambiental/agrária e trabalhista, para a sustentabilidade gerencial.

Ely Mascia Neto explica os três primeiros passos:

1 – Avaliar as tecnologias atuais e extrair o máximo que oferecem. Buscar no leque de ferramentas tecnológicas no mercado a melhor solução para otimizar, dar performance, aos processos que as pessoas precisam executar e com isso alimentar indicadores do negócio, de forma estratégica.

2 – Identificar as lacunas e reavaliar os processos. Muitos falam em processos, mas conceitualmente o que é? São conjuntos de procedimentos e melhores práticas para que tenhamos formalização dos trabalhos, aqueles que são possíveis; tentar atender no mínimo a Lei de Pareto, que é uma homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto (Proporção dos 80% / 20%). Ai sim teremos métricas ou melhor dizendo medições. Para dar partir para um Planejamento Estratégico, aqui chamado de PE, com indicadores e metas (orçado x realizado).

3 – Indicadores estratégicos por safra e cultivar – planejamento estratégico. É fato que “Se não medimos, Não controlamos.”

Desta forma, ao atender o item “2”, podemos ter indicadores alinhados pelo Planejamento Estratégico (PE) de curto prazo (1 ano), de médio prazo (3 anos) e de longo prazo (mais de 4 anos).

Recapitulando; Analisamos as Tecnologias, Alinhamos Processos e Procedimentos, Treinamos Pessoas, definimos Métricas com Indicadores e Metas para Curto, Médio e Longo prazo.

Não é fácil, há muito trabalho. Fazenda é um negócio importante e alimenta as pessoas; Um empreendimento, uma empresa assim a necessidade total de Gestão.

O quarto item é explicado pelo nosso amigo, parceiro, e conceituado advogado agrarista ijuiense Francisco Torma, da página “Direito Agrário e do Agronegócio”:

4 – Atualmente, é impossível ao gestor, seja ele rural ou não, administrar o empreendimento sem conhecer a legislação aplicada ao setor econômico em que atua. A inovação tecnológica deve atender às regras jurídicas existentes, sob pena de colocar o produtor em risco.

No caso do agronegócio, são vários os ramos do direito que lhe são aplicáveis e que, portanto, devem ser observados na gestão. Citamos como exemplos:

  1. Legislação tributária/fiscal: atualmente, todas as declarações fiscais se dão por meio eletrônico. Assim, o gestor necessita de amparo tecnológico para cumprir os procedimentos legais e evitar a penalização do produtor.

  2. Legislação econômica/financeira: ao mesmo passo, vivemos a época dos títulos de crédito eletrônicos, que circulam virtualmente na bolsa e tem a finalidade de financiar a atividade agrária. Os sistemas gerenciais devem estar atentos a estes procedimentos.

  3. Legislação ambiental/agrária: atualmente o produtor pode ser multado por infração ambiental até mesmo por uma imagem de satélite. Compreender os modernos mecanismos relativos ao direito ambiental e agrário é fundamental para a adequada gestão do agronegócio.

  4. Legislação Trabalhista: as últimas alterações deste ramo do direito tem levado a grandes debates acerca dos seus rumos. De qualquer modo, a gestão rural passa pela necessária observância das regras trabalhistas aplicáveis aos contratos de trabalho, a fim de evitar ou pelo menos minimizar possíveis danos.

O conhecimento e cumprimento da legislação brasileira é fundamental para uma gestão otimizada da atividade rural e necessariamente deve fazer parte da inovação digital aplicada ao agronegócio. Os sistemas digitais e virtuais devem seguir o regramento jurídico vigente, a fim de trazer ao produtor a segurança que se espera dos sistemas gerenciais.

Com esta matéria, apresento a Performance Processos, uma empresa focada em Gestão, em busca de Performance, analisando Processos e ajudando as Pessoas, reforçando os Indicadores e disponibilizando Tecnologias em Gestão.

Nossa VISÃO de Ter a Excelência nos compromissos e ser a diferença para nossos clientes e seus negócios.

Junto a MISSÃO de Estar sempre presente com nosso cliente, parceiro e fornecedor para com isso obter resultados significativos e sustentáveis em curto, médio e longo prazo.

Norteado sempre pelos nossos VALORES de Ética, Compromisso, Atitude, Competência, Respeito, Sustentabilidade e Performance

Obrigado,

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Sobre o Autor

Vanessa Sabioni

Graduada em Egenharia Agrônoma e Mestre em Fitopatologia pela Universidade Federal de Viçosa – MG. Atualmente cursa o MBA em Marketing ministrado pela Esalq-USP. CEO e Fundadora da Rede Digital AgroMulher.

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