05 maiores erros de comunicação das empresas de agronegócio

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Trabalho com comunicação para agronegócio desde 2004 e já atendi empresas de diversos segmentos, como nutrição animal, nutrição vegetal, saúde animal, tecnologias para máquinas agrícolas e equipamentos para pulverização, entre outros. 

Nos últimos anos, tenho acompanhado as empresas do setor investirem, cada vez mais, em ações de comunicação.

Como consequência direta, muitas companhias têm ampliado a visibilidade, incrementado as vendas e aumentado a participação de mercado. Já outras empresas de agronegócio insistem em cometer os mesmos erros, afetando diretamente a lucratividade. 

A seguir apresento os cinco maiores erros de comunicação das empresas de agronegócio:

1) Não calcular o ROI das ações de comunicação

Com ferramentas e técnicas adequadas, pode-se calcular o retorno do investimento (ROI) de toda ação de comunicação realizada. “Quanto foi investido e qual foi o retorno financeiro para a empresa de agronegócio que fez o investimento?”. Essa é a pergunta que precisa ser respondida, com argumentos claros e precisos. 

Assessoria de imprensa, consultoria de comunicação, redes sociais, comunicação interna, marketing de conteúdo e marketing de resultado são algumas das ações de comunicação que precisam, a todo instante, ser mensuradas. 

Quando se mensura o ROI, tende-se o real impacto das ações de comunicação, o que contribui para que elas sejam ainda mais assertivas. 

2) Apostar somente em feiras 

O agropecuarista busca informações em diversos canais, não somente em feiras. Portanto, a empresa de agronegócio que não investir em ações de comunicação diversas irá perder oportunidades claras de negócios.
Com base em um planejamento estratégico, é possível definir ações que irão contribuir diretamente para a empresa ganhar destaque no mercado e superar os concorrentes. 

3) Adotar linguagem excessivamente técnica

As informações excessivamente técnicas perdem, cada vez mais, o alcance. Com a mudança de perfil, o agropecuarista busca conteúdo de rápida leitura, como dicas, análises e orientações.
Estas informações irão contribuir, diretamente, para que eles tenham uma melhor produtividade e um incremento na rentabilidade. 

4) Não valorizar o potencial do ambiente online

Aplicativos, Redes Sociais, Newsletters e Blogs. O agropecuarista consome conteúdo de diversos canais, incluindo estes do ambiente online. 

Desta forma, para se comunicar sem desperdiçar recursos, a empresa de agronegócio precisa ter um diagnóstico de comunicação para, somente depois, traçar as melhores estratégias. 

5) Não ter ferramentas para dar real suporte à força de vendas

A força de vendas da empresa de agronegócio precisa ter ferramentas que calculem, com exatidão, em quanto tempo o agropecuarista terá o retorno do investimento realizado para a compra de determinado produto (fertilizante, suplemento, tronco, balança e medicamento, entre outros) ou de determinada máquina (pulverizador, trator etc).
Ao realizar cálculos com estas ferramentas, a força de vendas terá ainda mais argumentos junto aos agropecuaristas, diferenciando-se da concorrência. 

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Sobre o Autor

Rodrigo Capella

Rodrigo Capella é Diretor Geral da Ação Estratégica, empresa de comunicação e marketing com ampla experiência no segmento de agronegócio. Jornalista e pós-graduado em Jornalismo Institucional, Capella é autor de diversos livros e artigos sobre comunicação e marketing. Já ministrou palestras, cursos e treinamentos sobre comunicação digital no Banco do Brasil, Novartis, Coelba, Produquímica e HJ Baker, entre outras empresas. Foi professor de comunicação digital da pós-graduação da PUC-PR, da UNA-BH e da Universidade Anhembi Morumbi-SP.

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